Christophe Desjardins + Trio Basalto

No próximo dia 18 de Fevereiro, o violetista Christophe Desjardins (Ensemble Intercontemporain) apresentar-se-á no Espaço Lisboa Incomum, pelas 18h. O programa conta com obras dos compositores Bernd A. Zimmermann, Emmanuel Nunes, Marco Stroppa e Alberto Posadas.

Pelas 20h, será a vez da apresentação do Trio Basalto (Antez, Abdul Moimême e Ernesto Rodrigues), constituído por 3 reputados improvisadores com uma extensa carreira e com um disco gravado em 2016 (Creative Sources).

Estará também em exposição uma composição fotográfica sobre Emmanuel Nunes, criada em 2011 por Jaime Reis, em colaboração com Nunes, cuja primeira apresentação decorreu na Culturgest nesse mesmo ano.

Tudo se passará no espaço Lisboa Incomum. Todos os eventos são gratuitos.



18 de Fevereiro de 2018, 18:00
Lisboa Incomum

O violetista Christophe Desjardins está envolvido em duas esferas complementares: a criação, sendo um intérprete muito procurado por reconhecidos compositores internacionais, e a divulgação e disponibilização do repertório do seu instrumento a um público amplo.
Como solista, estreou obras de Berio, Boulez, Boesmans, Jarrell, Fedele, Nunes, Manoury, Pesson, Levinas, Harvey, Widmann, Stroppa, Cresta, Sebastiani e Rihm.
Como solista, tocou com orquestras como o Concertgebouw de Amsterdão, a NDR, WDR e SWR Sinfonie Orchestern, a Orquestra da Fundação Toscanini, a Orquestra Nacional de Lyon, a Orquestra Sinfónica Portuguesa e muitos outros ensembles e orquestras em toda a Europa.
Após a sua apresentação a solo com o Théâtre de la Monnaie de Bruxelas, tornou-se membro do Ensemble InterContemporain.
A sua discografia inclui “Diadèmes“ de Marc-André Dalbavie, sob a direção de Pierre Boulez, “Surfing” de Philippe Boesmans, “AssonanceIV” e ”…someleavesII…” de Michael Jarrell, “LesLettresenlacéesII” de Michaël Levinas e “SequenzaVI” de Luciano Berio, gravada para a Deutsche Grammophon.
O seu CD Voix d'Alto (vozes da Viola), dedicado à performance de obras de Luciano Berio e Morton Feldman, foi publicado em Janeiro de 2005 pela discográfica Aeon; Desde então, recebeu a aclamação mais prestigiada da imprensa francesa: Diapason d'Or, 4F da Télérama, Choc du Monde de la Musique.
Para que a música seja descoberta e percepcionada de forma diferente, criou produções envolvendo outras artes (poesia, dança, vídeo...): “era uma vez a viola”, “Viola/Multiples”, “Four Fragments for Harold”, “Violist Songs” ...
Christophe Desjardins toca com uma viola de Francesco Goffriller feita em Veneza por volta de 1720.
É professor na Hochschule für Musik Detmold (Alemanha) e no Conservatório Nacional Superior de Música de Lyon.















18 de Fevereiro de 2018, 20:00
Lisboa Incomum

O trio composto por Ernesto Rodrigues, Abdul Moimême e Antez tocou pela primeira vez em 2016, num encontro que resultou no lançamento discográfico intitulado ‘Basalto’. O crítico Rui Eduardo Paes descreveu a música resultante como uma viagem onde “não seguimos em diante, descemos. Para cada vez mais perto do coração da Terra, até perdermos a consciência de onde estamos”, concluindo “fiquemo-nos pela explicação de que é uma forma –especialmente brilhante – de entender por dentro o que é uma rocha ígnea eruptiva e de composição máfica.” Basalto foi considerado um dos discos do ano pela revista Jazz.pt
https://jazz.pt/ponto-escuta/2016/11/30/produto-nacional-bruto/
https://jazz.pt/artigos/2016/12/27/melhores-de-2016/

Violinista português. Começou a estudar música com 7 anos sob a orientação do maestro Venceslau Pinto. Frequentou o curso de violino do Conservatório Nacional. A partir de 1977 inicia as suas incursões na música improvisada “não idiomática”. Tem uma produção discográfica extensa em nome próprio ou em colaborações. Fundador dos grupos Fromage Digital, Variable Geometry Orchestra, Suspensão, IKB, Diceros e String Theory. Em 2000 cria a editora discográfica Creative Sources Recordings com grande reputação internacional. Tem tocado en festivais na Europa, América e Ásia. 
http://www.allmusic.com/artist/ernesto-rodrigues-mn0000206256/biography

Guitarrista. Começa a estudar guitarra com 11 anos de idade com professores particulares em Madrid, estudando posteriormente com o saxofonista de jazz Patrick Brennan. É formado em arquitetura pela ESBAL/Universidade Técnica de Lisboa. Em 1999 começou a escrever sobre jazz em diversas publicações nacionais, tais como as revistas Flirt, All Jazz, Jazz.pt e ainda no jornal Público. Tocou/ou ainda toca em diversos projetos como: AAA, Basalto, Hipnótica, IKB, Insub Meta Orchestra, Queixas, Suspensão e Variable Geometry Orchestra.

Percussionista do reino da alquimia do som em que explora o potencial de diversos materiais (geradores de som), relacionando a percepção física dos sons produzidos com o meio sonoro que o rodeia. Na sua opinião as possibilidades acústicas e de timbre dos instrumentos são ilimitadas, fazendo ressoar o seu bombo com objectos que nada têm à partida com a criação musical. O seu trabalho musical iniciou-se no seio do teatro, acabando por ganhar autonomia total. Actualmente participa em cerca de 10 projetos tais como: Continuum, Perception & Interpretation, Vacuum, Tizenkét téli nap, Basalto, Les Bouillons de Fréquences, The Rotating, Panta Rhei, Pequod.













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