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A beleza de uma estranha coexistência

Agosto 2019


"Largos longos doces horizontes
A desdobrada luz ao fim da tarde
Um ar de praia nas ruas da cidade
Secreto sabor a rosa e nardo arde" 


Sophia de Mello Breyner Andresen | "Ilhas" | 1989

Agosto é tempo de repouso, de areia e água salgada, de festas e de serões em família. Após um ano repleto de actividades, aproveitamos este mês para repor energias e preparar os próximos meses que se adivinham intensos!  


Lisbon Electroacoustic Composers circle - feedback meeting #3
20 Agosto | 19h | Lisboa Incomum

 
Uma iniciativa do compositor Jean-Philippe Drécourt / Lisbon Electroacoustic Composers Circle, estes encontros regulares pretendem ser um espaço de partilha entre compositores de música electroacústica, onde o objectivo é obter e oferecer feedback construtivo.

COMO POSSO PARTICIPAR?
Contacta-nos através do e-mail
lisbon.electroacoustic.composers [at] gmail [dot] com
para obter instruções sobre como partilhar a tua peça. Durante o encontro, a peça será tocada, e depois os presentes darão o seu feedback construtivo. Iremos falar em Inglês. No entanto, também será possível haver momentos em Português, que serão traduzidos.
 

Acontece brevemente


Spatial Interpretation of Acousmatic Music • International Masterclass
9 - 14 Setembro | ESML

 
[PT] O Festival DME - Dias de Música Electroacústica - anuncia a masterclass internacional ‘INTERPRETAÇÃO ESPACIAL DE MÚSICA ACUSMÁTICA’ com Annette Vande Gorne, que decorrerá de 9 a 14 de setembro de 2019 na Escola Superior de Música de Lisboa.
Compositores/as e músicos, independentemente da sua idade e nacionalidade, são convidados a participar.

Os participantes ativos terão a oportunidade de aprender a arte da espacialização, bem como de espacializar uma obra de referência no concerto final através de um sistema de 16 canais.

Embora as inscrições como participantes ativos já tenham encerrado, ainda é possível inscrever-se como ouvinte.

Estudante da ESML - ouvinte: €20
Estudante externo - ouvinte: €80

A masterclass será em inglês e francês.
Os participantes são responsáveis pelos seus custos de viagem e estadia.

Para se inscrever, por favor preencha o seguinte formulário:
https://forms.gle/mgcZPCrc4e7yr7U29

Para esclarecer qualquer questão, é favor entrar em contacto através de email para diasdemusicaelectroacustica@gmail.com.

https://www.facebook.com/events/429567697637750/

[EN] Festival DME - Dias de Música Electroacústica - is very pleased to announce the international masterclass ‘SPATIAL INTERPRETATION OF ACOUSMATIC MUSIC’ with Annette Vande Gorne that will take place in September 9-14 2019 at Escola Superior de Música de Lisboa, Portugal.
Musicians of any age and nationality are invited to apply.

The active participants will have the opportunity to learn about the art of spatialisation, as well as to spatialise a reference work in the final concert through a 16 channel-system.

Although the applications as active participants are already closed, you can still apply as a listener.

ESML student - listener: €20
external student - listener: €80

The language of the masterclass is English and French.
The participants are responsible for their travel and accommodation costs.

To submit an application please fill the form below:
https://forms.gle/mgcZPCrc4e7yr7U29

If you have any questions, please contact us at diasdemusicaelectroacustica@gmail.com.


Workshop: Speed composing - the art of intuitive decision making in music
19 - 21 Set | 15h-19h30 | Lisboa Incomum

 
[PT] Há momentos na vida de um compositor profissional em que é necessário entregar uma partitura num curto espaço de tempo. Trabalhar com uma partitura de filme, uma peça de teatro ou um bailado exige, muitas vezes,  um prazo muito curto. Mesmo de um dia para o outro, o diretor / coreógrafo pede de repente que uma nova cena seja marcada. Não há tempo para considerações artísticas. Acção e intuição antes de pensar. É quando a composição de velocidade entra em jogo. Esta maneira de compor, no entanto, não está restrita a prazos e situações de produção puras. Às vezes é muito útil para um compositor não dar tanta importância  ao lado lógico e  reflectivo do processo de composição e aprender como criar um fluxo sem restrições.
O workshop terá como foco a criação de um pequeno excerto musical todos os dias usando material sonoro pré-determinado e fora da zona de conforto de cada aluno.
Cada aluno deverá ter consigo o seu próprio computador com um software apropriado para compor (DAW ou um software semelhante) assim como uma software de processamento. Será ainda necessário que cada aluno traga uma pen ou um disco externo.

Inscrições: https://forms.gle/ge2Q74fZJSpGQydP9
Eventohttps://www.facebook.com/events/2282659585144165/
Mais informação contactardiasdemusicaelectroacustica@gmail.com

[EN] There are times in a professional composers life when music has to be delivered in a very short time. Working with a film score, a theatre play or a dance performance sometimes asks for a very short deadline. Even from one day to another the director/choreographer will suddenly ask for a new scene to be scored. No time for artistic consideration. Action and intuition before thinking. This is when speed composing comes into play. This way of composing is however not restricted to deadlines and pure production situations. It is sometimes very useful for a composer to let go of the logical and reflective side of the process and learn how to create flow without restrictions.

The workshop will focus on creating one short piece of music every day using sounding material that is predetermined and out of each students control. Using intuition instead of refection is at the core of the course.

Applications: https://forms.gle/ge2Q74fZJSpGQydP9
Facebook eventhttps://www.facebook.com/events/2282659585144165/
More information contactdiasdemusicaelectroacustica@gmail.com

Workshop: A beleza de uma estranha coexistência: diálogo musical entre instrumentos tradicionais e electrónicos

25 e 26 Setembro | Lisboa Incomum

[PT] Para vários improvisadores que tocam instrumentos musicais tradicionais, a linguagem e o comportamento musical dos intérpretes electrónicos constituem um mundo no qual eles parecem não ter lugar. Semelhantemente, improvisadores electrónicos e electroacústicos muitas vezes têm dificuldade em encontrar um terreno comum com suas contrapartes acústicas, não apenas em termos de discurso, mas também porque os instrumentistas acústicos são capazes de fazer mudanças e introduzir nuances a uma velocidade que é muito difícil de gerir no domínio electrónico. No entanto, ambos têm muito o que aprender e partilhar uns com os outros.

Este workshop será co-dirigido por uma violinista e um músico electroacústico digital que trabalham juntos há vários anos. Juntos, em duas sessões de três horas cada, os dois músicos irão conduzir os participantes através de uma série de exercícios destinados a desenvolver uma compreensão mais profunda de improvisação acústica e eletrónica como uma forma de criar uma música compartilhada que será estimulante e desafiadora para todos. O workshop irá finalizar-se com uma apresentação no dia 26 onde todos os participantes serão convidados a fazer parte.

Incrições: Mais informação em breve
Mais informaçãohttp://www.festival-dme.org/2019/08/workshop-beleza-de-uma-estranha.html

[EN]

For many improvisers who play traditional musical instruments, the language and musical behavior of electronic performers constitutes a world in which they seem to have no place. Similarly, electronic and electroacoustic improvisers often have difficulty finding common ground with their acoustic counterparts, not only in terms of discourse, but also because acoustic instrumentalists are able to make changes and to introduce nuances at a speed that is very difficult to manage in the electronic realm. Nonetheless, they have much to learn from each other, and much to share.

This workshop will be co-taught by a violinist and a digital electroacoustic musician who have been working together for several years. Together, in two 3-hour sessions, they will lead the participants through a series of exercises intended to develop a more fecund understanding of acoustic and electronic improvising as a step towards generating a shared music that will prove both stimulating and challenging for all. The workshop will conclude with a concert in which all of the participants are invited to participate.

Applications: More information soon
More information: http://www.festival-dme.org/2019/08/workshop-beleza-de-uma-estranha.html
   
O festival DME é uma estrutura financiada/apoiada por: 
 
   



O eterno retorno

Julho 2019


No mês de Julho começamos por visitar uma cidade que nos é muito querida e que viu nascer o DME em Portugal, Seia. Os Ensembles Tesseract e DME, trabalhando em conjunto, levarão à nossa cidade natal diversas actividades e concertos durante três dias.

Em meados do mês, Gilles Malatray, que estará em residência artística no Hostel Criativo do Sabugueiro, convida todos os interessados a uma caminhada especial (re)descobrindo, através de uma nova perspectiva (sonora), esta localidade encantadora - a aldeia mais alta de Portugal.

De volta a Lisboa, o DME iniciará o processo de trabalho na nova edição do Ensemble DME. Desta vez, contamos com a solista Ana Telles. Iremos realizar gravações na Escola Superior de Música de Lisboa de obras de Cândido Lima, Christopher Bochmann, Clotilde Rosa, Jaime Reis e Jean-Sébastien Béreau. Ao longo dos próximos meses, iremos publicando novidades sobre este trabalho.

No final do mês, o Lisboa Incomum recebe o maestro Pedro Pinto Figueiredo, que irá orientar um estágio de aperfeiçoamento interpretativo para práticas associadas à música erudita contemporânea.

Agenda


Festival DME em Seia
4-6 de Julho



Nos dias 4, 5 e 6 de julho, o Festival DME regressa à sua terra natal, Seia, para uma série de actividades com músicos de excelência, membros do Tesseract Ensemble-DME e do Ensemble DME.

Estes três dias serão preenchidos por concertos, um workshop e ainda o lançamento do mais recente trabalho discográfico do Ensemble DME - ‘On Clarinet’, focado na obra para clarinete do compositor português João Pedro Oliveira, no qual o clarinetista Carlos Silva, solista do Ensemble DME e professor do Conservatório de Música de Seia, está em destaque.

PROGRAMA

4.07 | 17h30
Casa Municipal da Cultura de Seia

Tesseract Ensemble-DME

António de Sousa Dias: Valeriation 5, para guitarra, percussão e electrónica (8’)
Christopher Bochmann: ESSAY XVII, para violoncelo (7’)
João Madureira: Encontro, para flauta e piano (9’)
José Carlos Sousa: A escada de Jacó, para violoncelo e piano (9’)
Álvaro Salazar: Palimpsestos, para flauta (7')
João Pedro Oliveira: Tensão - deformação, para flauta, guitarra, violoncelo, piano e percussão (11’)

Maestro: Pedro Pinto Figueiredo

Monika Streitová: flauta
Pedro Rodrigues: guitarra
Miguel Rocha: violoncelo
Ana Cláudia Assis: piano
Marco Fernandes: percussão


5.07 | 17h30
Instalações provisórias do Conservatório de Música de Seia
Escola Profissional da Serra da Estrela (antiga Escola Básica do Crestelo)

Lançamento do CD ‘On Clarinet’ e concerto
com Carlos Silva, Ana Cláudia Assis e Miguel Rocha

Obras de João Pedro Oliveira
Integrais II, para clarinete solo
Mercury, para requinta e electrónica
Beyond, para piano, clarinete, violoncelo e electrónica


6.07 | 17h30
Instalações provisórias do Conservatório de Música de Seia
Escola Profissional da Serra da Estrela (antiga Escola Básica do Crestelo)

Workshop de Introdução à Música Electroacústica e Espacialização
com Jaime Reis

Mais informação: http://www.festival-dme.org/2019/06/seia-tesseract-carlos-silva.html
Evento: https://www.facebook.com/events/326892894674773/


Giles Malatray | Residência Artística
Hostel criativo do Sabugueiro
10 - 20 de Julho
Percurso sonoro - 18.07


PAS - Parcours Audio Sensibles - Percurso Sonoro

Através de um percurso sonoro, levamos um grupo de caminhantes a (re)descobrir a localidade através do ouvido. É uma experiência delicada, com uma abordagem estética e artística, bem como relacionada com a ecologia sonora.
Estes percursos permitem-nos imergir em ambientes acústicos muitas vezes ignorados.
Na prática, durante uma hora, um grupo de 10 a 20 pessoas é convidado a caminhar numa rota previamente identificada pelas suas qualidades acústicas.
Paragens, pontos de escuta, pontuam a marcha para enfatizar espaços ou cenas acústicas excepcionais. Cada percurso é único.
A escuta colectiva, in situ, gera uma sinergia na audição que revela uma verdadeira música dos espaços.

Inscrições
E-mail: diasdemusicaelectroacustica@gmail.com
Telemóvel: 964467936 [Mariana Vieira - produção]
Valor: €5


Trio Carreiro.Cirera.Furtado
22 julho | 19h30 | Lisboa Incomum


Trio de saxofone, guitarra e bateria que embora com firmes raízes na tradição, mantém o espírito de descoberta e da procura do imprevisto. A viver actualmente em cidades diferentes, o trio reune-se sempre que possível na cidade de Lisboa para se apresentar ao vivo.

Mais informação: http://www.festival-dme.org/2019/07/22-de-julho-19h30-lisboa-incomum.html
Evento: https://www.facebook.com/events/899831807024496/

Estágio de aperfeiçoamento interpretativo
29 Julho - 1 de Agosto
Lisboa Incomum

O Festival DME - Dias de Música Electroacústica - tem o prazer de anunciar o estágio de aperfeiçoamento interpretativo para práticas associadas à música erudita contemporânea, a realizar no Lisboa Incomum de 29 de julho a 1 de agosto de 2019.

Destinado a instrumentistas que se encontrem a frequentar o ensino superior de música e profissionais, este estágio propõe uma semana intensiva de aulas individuais, colectivas, palestras e workshops.

Os grupos terão a oportunidade de trabalhar com o maestro Pedro Pinto Figueiredo, bem como com os compositores convidados:
António Sousa Dias
Bruno Gabirro
Carlos Caires
Jaime Reis
Mariana Vieira
(entre outros)


Apresentações:
30.07 | 31.07 | 01.08 - 21h00 - Lisboa Incomum

Mais informação: http://www.festival-dme.org/2019/06/estagio-aperfeicoamento-interpretativo.html
Evento: https://www.facebook.com/events/910379865967771/

Acontece brevemente


Acolhimento
mpmp, movimento patrimonial pela música portuguesa
20 julho | 19h | Lisboa Incomum

No próximo dia 20 de Julho o Performa Ensemble irá interpretar obras presentes no sexto disco da colecção mpmp/ua. Este novo disco resulta de um projecto da Associação Portuguesa de Flautas, desenvolvido com o apoio da Universidade de Aveiro, do INET-md e da DgArtes. O desafio: criar obras que cruzem linguagens compositivas diversas. Os compositores Ângela da Ponte, Evgueni Zoudilkine, Fernando Lapa, Nuno Figueiredo, Ricardo Ribeiro, Sara Carvalho e Túlio Augusto. Para descobrir num auditório... incomum.

Evgueni Zoudilkine - Illusiones
Ricardo Ribeiro - Zillij
Fernando Lapa - a menina, a lua e o mar
Sara Carvalho - slumscape

Performa Ensemble:

Jorge Salgado, flautas
Helena Marinho, piano
David Lloyd, violino e violeta
Jaroslav Mikus, violoncelo

Ensemble MPMP é um grupo de instrumentação flexível que tem desenvolvido, desde 2012, um trabalho de proximidade com musicólogos e compositores com vista à redescoberta de património passado e à valorização de repertórios contemporâneos. 
Mais informações: http://mpmp.pt/agenda/


Spatial Interpretation of Acousmatic Music Masterclass com Annette Vande Gorne
9-14 setembro | ESML



Estão abertas as inscrições para a masterclass ‘Spatial Interpretation of Acousmatic Music’, com Annette Vande Gorne. Decorrerá entre os dias 9 e 14 de setembro, na Escola Superior de Música de Lisboa. As inscrições terminam no dia 2 de agosto.

Mais informações: http://www.festival-dme.org/2019/05/spatial-interpretation-of-acousmatic.html
Evento: https://www.facebook.com/events/429567697637750/

Ainda este mês


Edições DME | Gravações com Ana Telles
Escola Superior de Música de Lisboa
12-16 Julho

De volta a Lisboa, o DME iniciará o processo de trabalho na nova edição do Ensemble DME. Desta vez, contamos com a solista Ana Telles. Iremos realizar gravações na Escola Superior de Música de Lisboa, com obras de Cândido Lima, Christopher Bochmann, Clotilde Rosa, Jaime Reis e Jean-Sébastien Béreau. Participação especial de António Carrilho, Lara Rainho e Luís Gomes. Mais informação em breve.




O festival DME é uma estrutura financiada/apoiada por: 









Aurora musis amica est

Junho, 2019


“Aurora musis amica est”
Ou, “o amanhecer é amigo das musas”,
É uma expressão que aqui utilizamos afim de evocar a riqueza da pluralidade cultural que nos rodeia e que pretendemos celebrar neste mês do solstício de verão.

A música hoje floresce pelo mundo em pleno vigor, cheia de vida e diversidade. 
Para uma diagnose atenta às práticas musicais do nosso tempo, impera um olhar para a pluralidade que integre músicos imersos no desejo de inovar e que apontem a uma efervescência experimental que possa revelar novos horizontes.

A programação do Festival DME / Lisboa Incomum procurou manter no mês de junho uma linha  atenta a públicos diversificados, com 2 masterclasses, concertos e tertúlia, em geografias distintas (Lisboa, Castelo Branco e Corfu - Grécia), e passando por linguagens distintas, assentes em práticas de improvisação, mix media, jazz, música electroacústica e outras.

Procuramos assim celebrar a diversidade cultural do mundo abrindo portas a quem a desejar abraçar.

Agenda


ROOM #315
Lisboa Incomum
01 de Junho | 17h00



Apresentação do projecto Room #315

Os músicos Ana Albino (Guitarra) e Phillipe Trovão (Saxofone) visitam o Lisboa Incomum dia 01 de Junho. Com eles trazem o Projecto ROOM #315, após um período de residência artística em Seia que decorreu no passado mês de Maio.

“ROOM #315 é um espaço musical de comunicação num tempo vago que se inspira no universo cinematográfico “Lynchiano”. Neste espaço coabitam vários mundos sonoros que, ao fundir-se, encontram no som e no silêncio novos significados a cada momento. Os conceitos de caos e ordem, realidade e imaginação, absurdo e coerente, lucidez e demência são constantemente colocados em confronto num diálogo musical que pretende procurar uma verdade que se renova a cada momento e que tem como fonte de inspiração a própria ausência de sentido que atribuímos à realidade. Uma guitarra eléctrica com efeitos e um saxofone têm diálogos e monólogos a partir de ambiências, ora retiradas do mundo real [soundscape], ora de um mundo imaginado [electrónica], orientados por imagens surrealistas previamente definidas e exploradas musicalmente. Todo o cenário confere um ambiente obscuro e enigmático, sendo apoiado por trechos de vídeo e imagens. Composição, improvisação e controlo de electrónica são os meios através dos quais se abre a porta do ROOM #315.”

Ana Albino
Nascida no Algarve, iniciou os seus estudos musicais aos 15 anos de idade. Ao longo da sua formação teve contacto com diversos estilos musicais como o jazz, música erudita, bossa nova e world music. Licenciou-se em guitarra clássica pela Escola Superior de Música de Lisboa na classe do professor António Gonçalves e fez um ano de Erasmus em Espanha na classe da professora Margarita Escarpa. Foi premiada no concurso Internacional de guitarra da Golegã e apresentou-se como solista em vários recitais bem como no Festival Internacional de guitarra de Lagoa. Actualmente complementa a sua formação com o estudo de jazz na Escola do Hot Club de Portugal, onde desenvolve ferramentas para a improvisação e composição. É fundadora do duo Forma Perdida e do projecto ROOM#315, lecciona na Academia de Música de Telheiras, colabora com projectos de teatro e mantém a sua vida musical muito activa através dos seus projectos e de colaborações temporárias com diversos músicos.

Philippe Trovão
Nascido em Saint-Tropez, França, iniciou os seus estudos musicais aos 9 anos de idade. Ao longo do seu percurso musical teve oportunidade de trabalhar e explorar vários estilos musicais. Licenciado em saxofone pela Escola Superior de Música de Lisboa na classe do Professor José Massarrão, conta com vários prémios ganhos em concursos de saxofone nacionais e internacionais, colaborações com diversos projectos de vários estilos musicais e apresentações como solista em Portugal, Espanha e Itália. É fundador do duo Forma Perdida e do projecto ROOM#315. Actualmente, desenvolve também uma investigação sobre preservação do repertório para saxofone e dispositivo electroacústico e mantém a sua actividade pedagógica em Lisboa, Santarém e Fátima.


Mais info: http://www.festival-dme.org/2019/04/residencia-artistica-room-315-ana.html
Eventos: https://www.facebook.com/events/317794645797289/

Alberto Novello | Residência Artística
Lisboa Incomum
03-08 de Junho
Workshop & performance - 08.06


Em junho, o festival DME convida o cientista, compositor e artista multimédia Alberto Novello aka JesterN. O músico italiano ficará em residência artística no espaço Lisboa Incomum entre os dias 03 e 08 de junho onde realizará, no último dia, o workshop Digitally-Driven Analog Video Synthesis e uma performance de “Laser Drawing”.

O WORKSHOP decorrerá no dia 08 de Junho em dois períodos. Entre as 10h00-13h00 e entre as 14h30-17h30. Inscrição sujeita ao número de vagas disponíveis.

Alberto Novello
Alberto Novello a.k.a. JesterN é um cientista italiano, compositor, artista multimedia. O seu principal foco artístico é a criação de arquiteturas multimedia probabilísticas, sobre o limite tecnológico entre instabilidade e erro, falha e expressão. Ultimamente, mudou de sistemas digitais para conjuntos electrónicos analógicos. Os seus trabalhos foram apresentados no Centre Pompidou em Paris, Amsterdam Dance Event, Bienal de Veneza, New York Computer Music Festival, Bozar Bruxelles, Rewire Festival Den Haag, Impuls Tanz Viena, Dom Moskow, Festival Internacional de Música de Seul, Emu Fest Roma, Monaco Electroacoustique , Teater des Flors Barcelona, ​​Serralves na Festa Porto, August Tanz Berlin, Universidade Champaign-Urbana, Illinois, Sonic Circuits Washington, Centro Mexicano de Música e Artes Sonoras, Ina Groupe de Recherches Sonores em Paris, IEM Graz, OMI New York , o Conservatório Real de Den Haag, Conservatório de Pádua, Roma e Turim. Ele foi professor convidado da Universidade de Sussex, Uk e Tallin, Estônia. Formou-se em Física Nuclear na Universidade de Trieste, completou o mestrado "Arte, Ciência e Tecnologia" com Jean Claude Risset e Claude Cadoz, obteve o PhD na Technische Universiteit Eindhoven com Armin Kohlrausch e formou-se em composição de música eletroacústica no Instituto. de Sonology, Conservatório Real de Den Haag com Paul Berg, Joel Ryan e Richard Barrett. Nas suas obras, ele ajudou Alvin Lucier, David Behrman, Nicholas Collins e Trevor Wishart. Trabalhou também com a Philips Research, Eindhoven e a Auro Technologies Belgium, criando software para o seu aplicativo de áudio. 

First feedback meeting
11 de Junho | 19h
Lisboa Incomum


Uma iniciativa do compositor Jean-Philippe Drécourt / Lisbon Electroacoustic Composers Circle, estes encontros regulares pretendem ser um espaço de partilha entre compositores de música electroacústica, onde o objectivo é obter e oferecer feedback construtivo.

COMO POSSO PARTICIPAR?
Contacta-nos através do e-mail
lisbon.electroacoustic.composers [at] gmail [dot] com
para obter instruções sobre como partilhar a tua peça. Durante o encontro, a peça será tocada, e depois os presentes darão o seu feedback construtivo. Iremos falar em Inglês. No entanto, também será possível haver momentos em Português, que serão traduzidos.

Evento: https://www.facebook.com/events/2426654560890756/
Grupo FB: https://www.facebook.com/groups/lisbon.electroacoustic.composers/


Laboratório de Música Mista José Luís Ferreira da Escola Superior de Música de Lisboa | Residência Artística & Apresentação
Lisboa Incomum


Este grupo irá realizar uma residência artística onde irão desenvolver novas obras e aperfeiçoar interpretativamente outras.

Laboratório de Música Mista José Luís Ferreira - ESML
Criado em 2014 na Escola Superior de Música de Lisboa pelos professores Carlos Caires e José Luís Ferreira (1973-2018), o Laboratório de Música Mista José Luís Ferreira, assim designado em homenagem e à memória deste compositor, dedica-se à interpretação e criação de obras para instrumento(s) e electrónica. A música mista é uma prática musical que foi estabelecida em território europeu durante a segunda metade do séc. XX. Pode ser definida como a junção do meio acústico com o meio electroacústico, mais concretamente: a combinação na interpretação de um ou mais instrumentos acústicos com sons criados, processados ou reproduzidos electronicamente. O grupo é constituído por alunos dos departamentos de composição e execução da ESML e, actualmente, é coordenado pelos professores Carlos Caires e Jaime Reis.
Em 2019, foram realizados concertos na Universidade de Évora, Teatro Aveirense/ Reencontros de Música Contemporânea - Associação Arte no Tempo, espaço Lisboa Incomum/Festival DME, O'culto da Ajuda/Música Viva e Monaco Electroacoustique.




Abdul Moimême, Ernesto Rodrigues e Bertrand Denzler | Performance
22 de Junho | 19h
Lisboa Incomum


A presente performance, de improvisação livre, trata-se de uma estreia absoluta.


BERTRAND DENZLER
Bertrand Denzler, saxofonista, performer, improvisador e compositor suíço é uma voz activa no campo da música improvisada contemporânea, da nova música, assim como do free jazz; tendo tocado nos quatro cantos do planeta e participado em formações tão destacadas como o Trio Sowari, Hubbub, Denzler-Gerbal-Dörner, The Seen, Onceim, Denzler-Grip-Johansson…
Como compositor, já concebeu trabalhos para inúmeras formações tais como, o Ensemble ReRe, CoÔ (Cordes de l’Onceim), Bondi-Denzler-D’Incise, Šalter Ensemble, CCP3, Félicie Bazelaire, Ensemble Hodos, Onceim and Horns, assim como para a Umlaut Big Band, uma ‘big band’ de jazz.
Participou ainda em mais de 70 lançamentos discográficos de diversas editoras de renome.
Na área da escrita sobre improvisação e música experimental publicou textos em colaboração com personagem tão destacadas quanto Jean-Luc Guionnet, Burkhard Beins e Phil Durrant; dando ainda ‘workshops’ formativos.
http://www.bertranddenzler.com/

ERNESTO RODRIGUES
Ernesto Rodrigues, violetista Lisboeta, não precisa de aprestações tratando-se de um músico fulcral na área improvisação, dinamizador de inúmeros ciclos de música improvisada aquém e além-fronteiras e ainda criador da editora Creative Sources.
O seu principal interesse está relacionado com a música contemporânea (improvisada e/ou escrita), assim como a música gráfica e indeterminada.
A relação com os seus instrumentos é basicamente direccionada para aspectos de ordem "sónica" e textural. Na sua prática contam colaborações musicais em trabalhos dos artistas plásticos Carlos Mota e Rogério Silva, assim como música para Dança, em trabalhos de Isabel Valverde, Ana Galan, Anna Pasztor, Valérie Métivier, Andresa Soares, Manuela Cipriano e Ana Moura.
Na música para Cinema destaca a sua colaboração com os realizadores Rui Simões e Edgar Feldman. No campo da Poesia distingue experiências com Lawrence Ferlinghetti e Manuel Cintra.
É membro fundador dos grupos como Metropolis, Fromage Digital, Lautari Consort, IKB Ensemble, Suspensão, Isotope Ensemble e String Theory…
Activo como improvisador, destacam-se colaborações com Carlos Zíngaro, Manuel Mota, Gabriel Paiuk, Jean-Luc Guionnet, Taku Unami, Christine Sehnaoui Abdelnour, Michael Vorfeld, Wade Matthews, Ingar Zach, Michael Thieke, Keith Rowe, Axel Dörner, Tetuzi Akiyama, Pascal Battus, Alessandro Bosetti, Heddy Boubaker, Angharad Davies, Rhodri Davies, Jacques Demierre, Ernesto Diaz-Infante, Andrew Drury, Alexander Frangenheim, Tim Hodgkinson, Mazen Kerbaj, Hans Koch, Peter Kowald, Ulrich Krieger, Hannah Marshall, Oren Marshall, Seijiro Murayama, Reuben Radding, Gino Robbair, David Stackenäs, Birgit Ulher, Biliana Voutchkova, Nusch Werchowska, Mathieu Werchowski, Radu Malfatti, Christian Wolfarth, Tom Djll, John Eckhardt, Carl Ludwig Hübsch, Raymond Strid, Martin Küchen…
Em 1999 funda a editora Creative Sources Recordings, principalmente vocacionada para a música experimental e electroacústica.
Em 2000 funda a Variable Geometry Orchestra, a qual presentemente.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ernesto_Rodrigues

ABDUL MOIMÊME

O guitarrista lisboeta Abdul Moimême, arquitecto de formação, tem participado activamente como improvisador livre na cena nacional, tendo em diversos países da Europa e no Brasil.
Participou em cerca de 45 edições discográficas, nas quais se contam 3 trabalho a solo.
Isotope Ensemble e String Theory
Colaborou em formações como o Dissection Room, IKB, Insub Meta Orchestra, Isotope Ensemble, Queixas, String Theory, Suspensão, e a Variable Geometry Orchestra, tocado ainda com músicos como: Albert Cirera, Andrew Drury, An Tez, Axel Dörner, Carlos Santos, Carlos Zingaro, Christian Weber, Cyril Bondi, D’Incise, Ernesto Rodrigues, Floros Floridis, Fred Lonberg-Holm, George Haslam, Guilherme Águas Rodrigues, Heddy Boubaker, Ilia Belorukov, Jon Raskin, Kurt Liedwart, Lisle Ellis, Miguel A. Garcia, Marco von Orelli, Marco Scarassatti, Nusch Werchowska, Patrick Brennan, Ricardo Guerreiro, Thanos  Chrysakis, Thomas Rohrer, Wade Matthews, Wilfrido Terrazas...
Compôs peças para radio e cinema, nomeadamente participando em “Disaster 501: What Happened to Man?”, um conceito do cineasta Lars von Trier, assim como na banda sonora do filme Pele, de Fernando Vendrell. A sua peça para rádio ‘Memento’ foi emitida mundialmente, em 2016.
Entre 1999 e 2013 escreveu sobre jazz nas revistas Flirt, All Jazz, Jazz.pt, o jornal Público e a Jazz Journalists Association.
https://nekhephthu.wixsite.com/abdul-moimeme



Mais info: http://www.festival-dme.org/2019/05/moimeme-denzler-rodrigues.html
Evento: https://www.facebook.com/events/442703843172413/


Pedro Bittencourt | Concerto e Masterclass
23 e 24 de Junho
ESART-IPCB


O saxofonista Pedro Bittencourt estará em Castelo Branco entre os dias 23 e 24 de Junho. O saxofonista e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro visitará a Escola Superior de Artes Aplicadas, onde dará um breve concerto no dia 23 de Junho e onde leccionará, no dia 24, uma Masterclass de Saxofone.

Masterclass
A masterclass decorrerá no dia 24 de Junho na Escola Superior de Música de Artes Aplicadas [ESART-IPCB] em Castelo Branco.

Alunos ESART - 50€
Alunos externos - 65€

Todas as inscrições devem ser feitas através do link
https://forms.gle/iRo3ksMtRPJSaNeH9


Biografia
Pedro Bittencourt (Rio de Janeiro, 1975) é saxofonista, professor e pesquisador dedicado à música de concerto e contemporânea. Se apresentou em diversos festivais no Brasil, México, Chile, Cuba, Canadá, França, Alemanha, Suíça, Portugal, Espanha, Grécia, Eslovênia e China. Professor adjunto de saxofone do Departamento de Sopros da UFRJ. Professor/pesquisador colaborador do Mestrado Acadêmico (PPGM) e do Mestrado Profissional (PROMUS). Líder do Grupo de Pesquisa Performance Hoje. Coordenador da Linha de Práticas Interpretativas e seus Processos Reflexivos do PPGM da Escola de Música da UFRJ. Diretor do Conjunto de Sax da UFRJ. Doutor em Estéticas, Ciências e Tecnologias das Artes/Música pelo CICM (Centro de Informática e Criação Musical) na Universidade de Paris 8, França. Sua pesquisa sobre músicas mistas para saxofones teve a orientação do compositor Horacio Vaggione e contou com uma bolsa de estudos da Fundação para a Ciência e a Tecnologia de Portugal. Mestrado (DEA Arts et Societés Actuelles/Musique) na Universidade de Bordeaux III, França, sobre o Orestes de Iannis Xenakis. Fundador, diretor e saxofonista do ABSTRAI ensemble (música de câmara contemporânea). Se apresenta regularmente como solista e músico das principais orquestras do estado do Rio de Janeiro, como a OSN-UFF (Orquestra Sinfônica Nacional da UFF), OSB (Orquestra Sinfônica Brasileira), da Orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, da OSUFRJ e da Orquestra de Sopros da UFRJ. Foi diversas vezes artista residente no ZKM, Instituto de Música e Acústica em Karlsruhe, Alemanha, onde criou o projeto multimídia Ondas Segundo Poetas e gravou o CD ENLARGE YOUR SAX pelo selo alemão Wergo. Estudos de saxofone e música de câmara contemporânea no Conservatoire National de Région de Bordeaux, França, na classe de Marie-Bernadette Charrier (Diplôme d’Etudes Musicales e Perfectionnement). Segundo Grau no Colégio de São Bento, Rio de Janeiro. Iniciou os estudos de saxofone com Mecenas Magno aos 10 anos de idade. Pedro Bittencourt toca saxofones Selmer (sopranino, soprano, alto, tenor, barítono e baixo) com boquilhas e palhetas Vandoren.




Peixe Frito | Apresentação do Álbum
29 de Junho
Lisboa Incomum | 17H00


A convite do festival DME, PEIXE FRITO apresenta "jazz from here”.

Paulo Chagas – flauta, saxofone
Luís Guerreiro – trompete, electrónica
Paulo Duarte - guitarra
Alvaro Rosso - contrabaixo
Pedro Santo - bateria

A música do grupo revela uma inquietude e renovação permanentes, fruto duma pesquisa algo obsessiva pelos contextos sonoros mais improváveis.
No cruzamento de estéticas que o caracteriza, o som do Peixe Frito assenta numa sóbria confluência de linguagens, resultante da forte diversidade de percursos e tendências dos seus membros.

"jazz from here" titulo do primeiro disco da banda editado pela "lastpork records"

Mais info: http://www.festival-dme.org/2019/05/peixe-frito-jazz-from-here.html
Evento: https://www.facebook.com/events/823859651334746/

Acontece brevemente

Masterclass de Composição
Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian
11 de Junho 2019


Integrado na Semana Cultural, a Escola Artística do Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian realizará uma Masterclass de Composição orientada pelo professor e compositor Jaime Reis, com apoio técnico do Festival DME / Lisboa Incomum. Esta atividade terá lugar no dia 11 de junho, nas instalações desta escola.

A Masterclass é direcionada a alunos do ensino complementar que frequentem a disciplina de Análise e Técnicas de Composição, bem como a alunos do ensino superior que frequentem o curso de Composição.

Alunos CMACG – 15€
Alunos externos – 30€
Ouvintes – frequência gratuita

A inscrição deve ser realizada através do email diasdemusicaelectroacustica@gmail.com

Mais info: http://www.festival-dme.org/2019/05/masterclass-de-composicao-jaime-reis.html
Evento: https://www.facebook.com/events/627792850965263/


Internacionalização
Obras de Jaime Reis, José Carlos Sousa e Pedro Rebelo
Universidade de Corfu, Grécia
28 de Junho


No âmbito do projecto Erasmus+ “A paisagem sonora em que vivemos”, o Festival DME irá realizar um concerto de música acusmática com obras de compositores portugueses, encomendadas especialmente para este projecto.

Programa:

Pedro Rebelo (1972-) - Music by Strings (2019)
José Carlos Sousa (1972-) - Souks (2018)
Jaime Reis (1983-) - Fluxus, pas trop haut dans le ciel (2017)





O festival DME é uma estrutura financiada por: 













MAIO, 2019

120 anos de música Electroacústica, para pessoas dos 0 aos 120 anos!

Maio, 2019


Maio começa com a vinda da violetista Aida-Carmen Soanea a Portugal. A convite do festival DME, esta violetista tão especial (que, para além dos prémios que já somou, tocou também com o internacionalmente renomado Ensemble Modern), integra a nossa programação.

Poderemos escutar a violetista em recital nas 3 cidades - Castelo Branco, Lisboa e Pinhal Novo -  que dão corpo à digressão que fará. Evidenciamos também a masterclass de violeta que decorrerá entre os dias 8 e 9 de Maio na ESART, em Castelo Branco.

Simultaneamente, outro evento especial acontece dia 11 de maio na Escola Superior de Música de Lisboa. O clarinetista Carlos Silva apresentará o novo álbum do Ensemble DME - ON CLARINET, com música de João Pedro Oliveira, no qual é solista.

Rumando a norte, temos em Seia, mais uma residência artística do festival DME. Os músicos Ana Albino (Guitarra) e Philippe Trovão (Saxofone) visitam a Escola Profissional da Serra da Estrela entre os dias 12 e 18 de Maio. Com eles trazem o Projecto ROOM #315.

Numa lógica de comemoração e celebração contínua da música electroacústica, que tão bem define o festival DME, damos continuação ao projecto 120 anos de Música Electroacústica (para pessoas dos 0 aos 120 anos).

Para públicos dos 0 aos 120 anos, o festival DME apresenta uma série de iniciativas catalisadoras do interesse de novos públicos para a música electroacústica, com actividades em Seia, Nelas, Idanha-a-Nova, Castelo Branco e Lisboa, e com a participação de músicos como o ensemble FEME e o ROOM #315.

Agenda


Aida-Carmen Soanea 
Castelo Branco/Lisboa/Pinhal Novo
8 -11 de Maio,19h30 

Ciclo de Concertos e Masterclass

A violetista Aida-Carmen Soanea estará em Portugal, a convite do Festival DME, para a realização de uma masterclass na Escola Superior de Artes Aplicadas (Castelo Branco). Para além da referida actividade, de carácter pedagógico, Aida-Carmen Soanea realizará ainda dois recitais, na Escola Superior de Música de Lisboa e no Museu da Música Mecânica (Pinhal Novo), onde serão interpretadas obras de compositores contemporâneos portugueses e alemães: Christopher Bochmann, Jaime Reis, João Madureira, João Pedro Oliveira e Moritz Eggert.

O Festival DME é financiado pela DGArtes / Ministério da Cultura e esta digressão conta com o apoio do Goethe-Institut Portugal.

PROGRAMA DE ATIVIDADES
  • 9 de Maio de 2019 | 19h30 | Recital na Escola Superior de Artes Aplicadas (Castelo Branco) | entrada livre
  • 10 de Maio de 2019 | 21h30 | Recital na Escola Superior de Música de Lisboa (integrado na Semana da Composição) | entrada livre
  • 11 de Maio de 2019 | 17h00 | Recital no Museu da Música Mecânica (Pinhal Novo) |
    Condições de acesso: Entrada gratuita, sujeita a marcação prévia e disponibilidade de lugares do auditório (Info./Reservas: 212 381 083 | 960 080 044 museudamusicamecanica@gmail.com)

BIOGRAFIA
Aida-Carmen Soanea, uma violetista eclética e carismática, nasceu na Roménia numa família de cantores de ópera. Em 2005, ganhou o 1o Prémio do Concurso Valentino Bucchi em Roma e em 2000 o 2o Prémio no Concurso Bashmet Viola em Moscovo. Formou-se com distinção no Hanns Eisler Hochschule (Berlim) na classe de Kim Kashkashian e no Conservatoire Supérieur de Paris com Gérard Caussé.
A relação de Aida-Carmen Soanea com a música contemporânea é, para ela, essencial; trabalha activamente na Alemanha, participando regularmente em concertos com o Ensemble Modern de Frankfurt, o que constitui uma parte importante da sua carreira. Colabora também regularmente com os agrupamentos da Casa da Música, no Porto, onde é convidada como solista. Dedica-se a trabalhar em conjunto com diferentes compositores contemporâneos, tendo várias peças que lhe são dedicadas.

ON CLARINET | Carlos Silva & Ensemble DME | Apresentação do Álbum e Concerto
[ESML] Aud. Vianna da Motta
11 de Maio, 17h00


Integrado na Semana da Composição, o clarinetista do Ensemble DME Carlos Silva visita a Escola Superior de Música de Lisboa [ESML-IPL] no dia 11 de Maio para apresentar o novo album do Ensemble DME no qual é solista. Um trabalho inteiramente dedicado à música para clarinete do compositor português João Pedro Oliveira.

O concerto conta com música de João Pedro Oliveira e Carlos Caires, e decorrerá no Grande Auditório Vianna da Motta da ESML, pelas 17h00.

Residência Artística | ROOM #315
Ana Albino e Phillipe Trovão
Escola Profissional da Serra da Estrela
12-18 Maio 2019
 

Os músicos Ana Albino (Guitarra) e Philippe Trovão (Saxofone) visitam Seia entre os dias 12 e 18 de Maio, onde estarão em residência artística. Com eles trazem o Projecto ROOM #315.

ROOM #315 é um espaço musical de comunicação num tempo vago que se inspira no universo cinematográfico “Lynchiano”. Neste espaço coabitam vários mundos sonoros que, ao fundir-se, encontram no som e no silêncio novos significados a cada momento. Os conceitos de caos e ordem, realidade e imaginação, absurdo e coerente, lucidez e demência são constantemente colocados em confronto num diálogo musical que pretende procurar uma verdade que se renova a cada momento e que tem como fonte de inspiração a própria ausência de sentido que atribuímos à realidade. Uma guitarra eléctrica com efeitos e um saxofone têm diálogos e monólogos a partir de ambiências ora retiradas do mundo real [soundscaping] ora de um mundo imaginado [electrónica], orientados por imagens surrealistas previamente definidas e exploradas musicalmente. Todo o cenário confere um ambiente obscuro e enigmático, sendo apoiado por trechos de vídeo e imagens. Composição, improvisação e controlo de electrónica são os meios através dos quais se abre a porta do ROOM #315.


Ana Albino
Nascida no Algarve, iniciou os seus estudos musicais aos 15 anos de idade. Ao longo da sua formação teve contacto com diversos estilos musicais como o jazz, música erudita, bossa nova e world music. Licenciou-se em guitarra clássica pela Escola Superior de Música de Lisboa na classe do professor António Gonçalves e fez um ano de Erasmus em Espanha na classe da professora Margarita Escarpa. Foi premiada no concurso Internacional de guitarra da Golegã e apresentou-se como solista em vários recitais bem como no Festival Internacional de guitarra de Lagoa. Actualmente complementa a sua formação com o estudo de jazz na Escola do Hot Club de Portugal, onde desenvolve ferramentas para a improvisação e composição. É fundadora do duo Forma Perdida e do projecto ROOM#315, lecciona na Academia de Música de Telheiras, colabora com projectos de teatro e mantém a sua vida musical muito activa através dos seus projectos e de colaborações temporárias com diversos músicos.

Philippe Trovão
Nascido em Saint-Tropez, França, iniciou os seus estudos musicais aos 9 anos de idade. Ao longo do seu percurso musical teve oportunidade de trabalhar e explorar vários estilos musicais. Licenciado em saxofone pela Escola Superior de Música de Lisboa na classe do Professor José Massarrão, conta com vários prémios ganhos em concursos de saxofone nacionais e internacionais, colaborações com diversos projectos de vários estilos musicais e apresentações como solista em Portugal, Espanha e Itália. É fundador do duo Forma Perdida e do projecto ROOM#315. Actualmente desenvolve, também, uma investigação sobre preservação do repertório para saxofone e dispositivo electroacústico e mantém a sua actividade pedagógica em Lisboa, Santarém e Fátima.



120 anos de música electroacústica, para pessoas dos 0 aos 120 anos
Lisboa Incomum
19 Maio| 17h00
 

Classe de Tecnologias do Som da EMNSC;
Laboratório de Música Mista da ESML;
Classe de Violino da EMNSC


Numa lógica de comemoração e celebração continua da música electroacústica, que tão bem define o festival DME, damos continuação ao projecto 120 anos de Música Electroacústica (para pessoas dos 0 aos 120 anos).

Para públicos dos 0 aos 120 anos, o festival DME apresenta uma série de iniciativas catalisadoras do interesse de novos públicos para a música electroacústica.

Este é um projecto em colaboração com Escola Superior de Música de Lisboa Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical e a Arte no Tempo



Acontece brevemente


Cursos de Verão
[Ohain,Bélgica / Viena, Austria] 


O compositor, professor e director artístico do festival DME, Jaime Reis, marcará presença este verão em 2 cursos de aperfeiçoamento musical e composição de música electroacústica que decorrerão no final do mês de Agosto e inicio do mês de Setembro na cidade de Ohain perto de Bruxelas e na cidade de Viena.

No corpo docente destes cursos de verão marcarão também presença compositores como: Annette Vande GorneJoão Pedro OliveiraHans TutschkuAlla ZahaikevychThomas Gorbach, entre outros.


INSCRIÇÕES ATÉ AO DIA 2 DE JUNHO DE 2019

Académie d'été de composition électroacoustique | 22.08 - 01.09 | Ohain, Bélgica
Masterclasses on electroacoustic and acousmatic composition | 24-28.09 | Vienna, Austria

Mais info: http://ui.org.ua/mc-eng https://www.facebook.com/events/393004711435146/




O festival DME é uma estrutura financiada por: 








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O eterno retorno

Julho 2019


No mês de Julho começamos por visitar uma cidade que nos é muito querida e que viu nascer o DME em Portugal, Seia. Os Ensembles Tesseract e DME, trabalhando em conjunto, levarão à nossa cidade natal diversas actividades e concertos durante três dias.

Em meados do mês, Gilles Malatray, que estará em residência artística no Hostel Criativo do Sabugueiro, convida todos os interessados a uma caminhada especial (re)descobrindo, através de uma nova perspectiva (sonora), esta localidade encantadora - a aldeia mais alta de Portugal.

De volta a Lisboa, o DME iniciará o processo de trabalho na nova edição do Ensemble DME. Desta vez, contamos com a solista Ana Telles. Iremos realizar gravações na Escola Superior de Música de Lisboa de obras de Cândido Lima, Christopher Bochmann, Clotilde Rosa, Jaime Reis e Jean-Sébastien Béreau. Ao longo dos próximos meses, iremos publicando novidades sobre este trabalho.

No final do mês, o Lisboa Incomum recebe o maestro Pedro Pinto Figueiredo, que irá orientar um estágio de aperfeiçoamento interpretativo para práticas associadas à música erudita contemporânea.

Agenda


Festival DME em Seia
4-6 de Julho



Nos dias 4, 5 e 6 de julho, o Festival DME regressa à sua terra natal, Seia, para uma série de actividades com músicos de excelência, membros do Tesseract Ensemble-DME e do Ensemble DME.

Estes três dias serão preenchidos por concertos, um workshop e ainda o lançamento do mais recente trabalho discográfico do Ensemble DME - ‘On Clarinet’, focado na obra para clarinete do compositor português João Pedro Oliveira, no qual o clarinetista Carlos Silva, solista do Ensemble DME e professor do Conservatório de Música de Seia, está em destaque.

PROGRAMA

4.07 | 17h30
Casa Municipal da Cultura de Seia

Tesseract Ensemble-DME

António de Sousa Dias: Valeriation 5, para guitarra, percussão e electrónica (8’)
Christopher Bochmann: ESSAY XVII, para violoncelo (7’)
João Madureira: Encontro, para flauta e piano (9’)
José Carlos Sousa: A escada de Jacó, para violoncelo e piano (9’)
Álvaro Salazar: Palimpsestos, para flauta (7')
João Pedro Oliveira: Tensão - deformação, para flauta, guitarra, violoncelo, piano e percussão (11’)

Maestro: Pedro Pinto Figueiredo

Monika Streitová: flauta
Pedro Rodrigues: guitarra
Miguel Rocha: violoncelo
Ana Cláudia Assis: piano
Marco Fernandes: percussão


5.07 | 17h30
Instalações provisórias do Conservatório de Música de Seia
Escola Profissional da Serra da Estrela (antiga Escola Básica do Crestelo)

Lançamento do CD ‘On Clarinet’ e concerto
com Carlos Silva, Ana Cláudia Assis e Miguel Rocha

Obras de João Pedro Oliveira
Integrais II, para clarinete solo
Mercury, para requinta e electrónica
Beyond, para piano, clarinete, violoncelo e electrónica


6.07 | 17h30
Instalações provisórias do Conservatório de Música de Seia
Escola Profissional da Serra da Estrela (antiga Escola Básica do Crestelo)

Workshop de Introdução à Música Electroacústica e Espacialização
com Jaime Reis

Mais informação: http://www.festival-dme.org/2019/06/seia-tesseract-carlos-silva.html
Evento: https://www.facebook.com/events/326892894674773/


Giles Malatray | Residência Artística
Hostel criativo do Sabugueiro
10 - 20 de Julho
Percurso sonoro - 18.07


PAS - Parcours Audio Sensibles - Percurso Sonoro

Através de um percurso sonoro, levamos um grupo de caminhantes a (re)descobrir a localidade através do ouvido. É uma experiência delicada, com uma abordagem estética e artística, bem como relacionada com a ecologia sonora.
Estes percursos permitem-nos imergir em ambientes acústicos muitas vezes ignorados.
Na prática, durante uma hora, um grupo de 10 a 20 pessoas é convidado a caminhar numa rota previamente identificada pelas suas qualidades acústicas.
Paragens, pontos de escuta, pontuam a marcha para enfatizar espaços ou cenas acústicas excepcionais. Cada percurso é único.
A escuta colectiva, in situ, gera uma sinergia na audição que revela uma verdadeira música dos espaços.

Inscrições
E-mail: diasdemusicaelectroacustica@gmail.com
Telemóvel: 964467936 [Mariana Vieira - produção]
Valor: €5


Trio Carreiro.Cirera.Furtado
22 julho | 19h30 | Lisboa Incomum


Trio de saxofone, guitarra e bateria que embora com firmes raízes na tradição, mantém o espírito de descoberta e da procura do imprevisto. A viver actualmente em cidades diferentes, o trio reune-se sempre que possível na cidade de Lisboa para se apresentar ao vivo.

Mais informação: http://www.festival-dme.org/2019/07/22-de-julho-19h30-lisboa-incomum.html
Evento: https://www.facebook.com/events/899831807024496/

Estágio de aperfeiçoamento interpretativo
29 Julho - 1 de Agosto
Lisboa Incomum

O Festival DME - Dias de Música Electroacústica - tem o prazer de anunciar o estágio de aperfeiçoamento interpretativo para práticas associadas à música erudita contemporânea, a realizar no Lisboa Incomum de 29 de julho a 1 de agosto de 2019.

Destinado a instrumentistas que se encontrem a frequentar o ensino superior de música e profissionais, este estágio propõe uma semana intensiva de aulas individuais, colectivas, palestras e workshops.

Os grupos terão a oportunidade de trabalhar com o maestro Pedro Pinto Figueiredo, bem como com os compositores convidados:
António Sousa Dias
Bruno Gabirro
Carlos Caires
Jaime Reis
Mariana Vieira
(entre outros)


Apresentações:
30.07 | 31.07 | 01.08 - 21h00 - Lisboa Incomum

Mais informação: http://www.festival-dme.org/2019/06/estagio-aperfeicoamento-interpretativo.html
Evento: https://www.facebook.com/events/910379865967771/

Acontece brevemente


Acolhimento
mpmp, movimento patrimonial pela música portuguesa
20 julho | 19h | Lisboa Incomum

No próximo dia 20 de Julho o Performa Ensemble irá interpretar obras presentes no sexto disco da colecção mpmp/ua. Este novo disco resulta de um projecto da Associação Portuguesa de Flautas, desenvolvido com o apoio da Universidade de Aveiro, do INET-md e da DgArtes. O desafio: criar obras que cruzem linguagens compositivas diversas. Os compositores Ângela da Ponte, Evgueni Zoudilkine, Fernando Lapa, Nuno Figueiredo, Ricardo Ribeiro, Sara Carvalho e Túlio Augusto. Para descobrir num auditório... incomum.

Evgueni Zoudilkine - Illusiones
Ricardo Ribeiro - Zillij
Fernando Lapa - a menina, a lua e o mar
Sara Carvalho - slumscape

Performa Ensemble:

Jorge Salgado, flautas
Helena Marinho, piano
David Lloyd, violino e violeta
Jaroslav Mikus, violoncelo

Ensemble MPMP é um grupo de instrumentação flexível que tem desenvolvido, desde 2012, um trabalho de proximidade com musicólogos e compositores com vista à redescoberta de património passado e à valorização de repertórios contemporâneos. 
Mais informações: http://mpmp.pt/agenda/


Spatial Interpretation of Acousmatic Music Masterclass com Annette Vande Gorne
9-14 setembro | ESML



Estão abertas as inscrições para a masterclass ‘Spatial Interpretation of Acousmatic Music’, com Annette Vande Gorne. Decorrerá entre os dias 9 e 14 de setembro, na Escola Superior de Música de Lisboa. As inscrições terminam no dia 2 de agosto.

Mais informações: http://www.festival-dme.org/2019/05/spatial-interpretation-of-acousmatic.html
Evento: https://www.facebook.com/events/429567697637750/

Ainda este mês


Edições DME | Gravações com Ana Telles
Escola Superior de Música de Lisboa
12-16 Julho

De volta a Lisboa, o DME iniciará o processo de trabalho na nova edição do Ensemble DME. Desta vez, contamos com a solista Ana Telles. Iremos realizar gravações na Escola Superior de Música de Lisboa, com obras de Cândido Lima, Christopher Bochmann, Clotilde Rosa, Jaime Reis e Jean-Sébastien Béreau. Participação especial de António Carrilho, Lara Rainho e Luís Gomes. Mais informação em breve.




O festival DME é uma estrutura financiada/apoiada por: 









Aurora musis amica est

Junho, 2019


“Aurora musis amica est”
Ou, “o amanhecer é amigo das musas”,
É uma expressão que aqui utilizamos afim de evocar a riqueza da pluralidade cultural que nos rodeia e que pretendemos celebrar neste mês do solstício de verão.

A música hoje floresce pelo mundo em pleno vigor, cheia de vida e diversidade. 
Para uma diagnose atenta às práticas musicais do nosso tempo, impera um olhar para a pluralidade que integre músicos imersos no desejo de inovar e que apontem a uma efervescência experimental que possa revelar novos horizontes.

A programação do Festival DME / Lisboa Incomum procurou manter no mês de junho uma linha  atenta a públicos diversificados, com 2 masterclasses, concertos e tertúlia, em geografias distintas (Lisboa, Castelo Branco e Corfu - Grécia), e passando por linguagens distintas, assentes em práticas de improvisação, mix media, jazz, música electroacústica e outras.

Procuramos assim celebrar a diversidade cultural do mundo abrindo portas a quem a desejar abraçar.

Agenda


ROOM #315
Lisboa Incomum
01 de Junho | 17h00



Apresentação do projecto Room #315

Os músicos Ana Albino (Guitarra) e Phillipe Trovão (Saxofone) visitam o Lisboa Incomum dia 01 de Junho. Com eles trazem o Projecto ROOM #315, após um período de residência artística em Seia que decorreu no passado mês de Maio.

“ROOM #315 é um espaço musical de comunicação num tempo vago que se inspira no universo cinematográfico “Lynchiano”. Neste espaço coabitam vários mundos sonoros que, ao fundir-se, encontram no som e no silêncio novos significados a cada momento. Os conceitos de caos e ordem, realidade e imaginação, absurdo e coerente, lucidez e demência são constantemente colocados em confronto num diálogo musical que pretende procurar uma verdade que se renova a cada momento e que tem como fonte de inspiração a própria ausência de sentido que atribuímos à realidade. Uma guitarra eléctrica com efeitos e um saxofone têm diálogos e monólogos a partir de ambiências, ora retiradas do mundo real [soundscape], ora de um mundo imaginado [electrónica], orientados por imagens surrealistas previamente definidas e exploradas musicalmente. Todo o cenário confere um ambiente obscuro e enigmático, sendo apoiado por trechos de vídeo e imagens. Composição, improvisação e controlo de electrónica são os meios através dos quais se abre a porta do ROOM #315.”

Ana Albino
Nascida no Algarve, iniciou os seus estudos musicais aos 15 anos de idade. Ao longo da sua formação teve contacto com diversos estilos musicais como o jazz, música erudita, bossa nova e world music. Licenciou-se em guitarra clássica pela Escola Superior de Música de Lisboa na classe do professor António Gonçalves e fez um ano de Erasmus em Espanha na classe da professora Margarita Escarpa. Foi premiada no concurso Internacional de guitarra da Golegã e apresentou-se como solista em vários recitais bem como no Festival Internacional de guitarra de Lagoa. Actualmente complementa a sua formação com o estudo de jazz na Escola do Hot Club de Portugal, onde desenvolve ferramentas para a improvisação e composição. É fundadora do duo Forma Perdida e do projecto ROOM#315, lecciona na Academia de Música de Telheiras, colabora com projectos de teatro e mantém a sua vida musical muito activa através dos seus projectos e de colaborações temporárias com diversos músicos.

Philippe Trovão
Nascido em Saint-Tropez, França, iniciou os seus estudos musicais aos 9 anos de idade. Ao longo do seu percurso musical teve oportunidade de trabalhar e explorar vários estilos musicais. Licenciado em saxofone pela Escola Superior de Música de Lisboa na classe do Professor José Massarrão, conta com vários prémios ganhos em concursos de saxofone nacionais e internacionais, colaborações com diversos projectos de vários estilos musicais e apresentações como solista em Portugal, Espanha e Itália. É fundador do duo Forma Perdida e do projecto ROOM#315. Actualmente, desenvolve também uma investigação sobre preservação do repertório para saxofone e dispositivo electroacústico e mantém a sua actividade pedagógica em Lisboa, Santarém e Fátima.


Mais info: http://www.festival-dme.org/2019/04/residencia-artistica-room-315-ana.html
Eventos: https://www.facebook.com/events/317794645797289/

Alberto Novello | Residência Artística
Lisboa Incomum
03-08 de Junho
Workshop & performance - 08.06


Em junho, o festival DME convida o cientista, compositor e artista multimédia Alberto Novello aka JesterN. O músico italiano ficará em residência artística no espaço Lisboa Incomum entre os dias 03 e 08 de junho onde realizará, no último dia, o workshop Digitally-Driven Analog Video Synthesis e uma performance de “Laser Drawing”.

O WORKSHOP decorrerá no dia 08 de Junho em dois períodos. Entre as 10h00-13h00 e entre as 14h30-17h30. Inscrição sujeita ao número de vagas disponíveis.

Alberto Novello
Alberto Novello a.k.a. JesterN é um cientista italiano, compositor, artista multimedia. O seu principal foco artístico é a criação de arquiteturas multimedia probabilísticas, sobre o limite tecnológico entre instabilidade e erro, falha e expressão. Ultimamente, mudou de sistemas digitais para conjuntos electrónicos analógicos. Os seus trabalhos foram apresentados no Centre Pompidou em Paris, Amsterdam Dance Event, Bienal de Veneza, New York Computer Music Festival, Bozar Bruxelles, Rewire Festival Den Haag, Impuls Tanz Viena, Dom Moskow, Festival Internacional de Música de Seul, Emu Fest Roma, Monaco Electroacoustique , Teater des Flors Barcelona, ​​Serralves na Festa Porto, August Tanz Berlin, Universidade Champaign-Urbana, Illinois, Sonic Circuits Washington, Centro Mexicano de Música e Artes Sonoras, Ina Groupe de Recherches Sonores em Paris, IEM Graz, OMI New York , o Conservatório Real de Den Haag, Conservatório de Pádua, Roma e Turim. Ele foi professor convidado da Universidade de Sussex, Uk e Tallin, Estônia. Formou-se em Física Nuclear na Universidade de Trieste, completou o mestrado "Arte, Ciência e Tecnologia" com Jean Claude Risset e Claude Cadoz, obteve o PhD na Technische Universiteit Eindhoven com Armin Kohlrausch e formou-se em composição de música eletroacústica no Instituto. de Sonology, Conservatório Real de Den Haag com Paul Berg, Joel Ryan e Richard Barrett. Nas suas obras, ele ajudou Alvin Lucier, David Behrman, Nicholas Collins e Trevor Wishart. Trabalhou também com a Philips Research, Eindhoven e a Auro Technologies Belgium, criando software para o seu aplicativo de áudio. 

First feedback meeting
11 de Junho | 19h
Lisboa Incomum


Uma iniciativa do compositor Jean-Philippe Drécourt / Lisbon Electroacoustic Composers Circle, estes encontros regulares pretendem ser um espaço de partilha entre compositores de música electroacústica, onde o objectivo é obter e oferecer feedback construtivo.

COMO POSSO PARTICIPAR?
Contacta-nos através do e-mail
lisbon.electroacoustic.composers [at] gmail [dot] com
para obter instruções sobre como partilhar a tua peça. Durante o encontro, a peça será tocada, e depois os presentes darão o seu feedback construtivo. Iremos falar em Inglês. No entanto, também será possível haver momentos em Português, que serão traduzidos.

Evento: https://www.facebook.com/events/2426654560890756/
Grupo FB: https://www.facebook.com/groups/lisbon.electroacoustic.composers/


Laboratório de Música Mista José Luís Ferreira da Escola Superior de Música de Lisboa | Residência Artística & Apresentação
Lisboa Incomum


Este grupo irá realizar uma residência artística onde irão desenvolver novas obras e aperfeiçoar interpretativamente outras.

Laboratório de Música Mista José Luís Ferreira - ESML
Criado em 2014 na Escola Superior de Música de Lisboa pelos professores Carlos Caires e José Luís Ferreira (1973-2018), o Laboratório de Música Mista José Luís Ferreira, assim designado em homenagem e à memória deste compositor, dedica-se à interpretação e criação de obras para instrumento(s) e electrónica. A música mista é uma prática musical que foi estabelecida em território europeu durante a segunda metade do séc. XX. Pode ser definida como a junção do meio acústico com o meio electroacústico, mais concretamente: a combinação na interpretação de um ou mais instrumentos acústicos com sons criados, processados ou reproduzidos electronicamente. O grupo é constituído por alunos dos departamentos de composição e execução da ESML e, actualmente, é coordenado pelos professores Carlos Caires e Jaime Reis.
Em 2019, foram realizados concertos na Universidade de Évora, Teatro Aveirense/ Reencontros de Música Contemporânea - Associação Arte no Tempo, espaço Lisboa Incomum/Festival DME, O'culto da Ajuda/Música Viva e Monaco Electroacoustique.




Abdul Moimême, Ernesto Rodrigues e Bertrand Denzler | Performance
22 de Junho | 19h
Lisboa Incomum


A presente performance, de improvisação livre, trata-se de uma estreia absoluta.


BERTRAND DENZLER
Bertrand Denzler, saxofonista, performer, improvisador e compositor suíço é uma voz activa no campo da música improvisada contemporânea, da nova música, assim como do free jazz; tendo tocado nos quatro cantos do planeta e participado em formações tão destacadas como o Trio Sowari, Hubbub, Denzler-Gerbal-Dörner, The Seen, Onceim, Denzler-Grip-Johansson…
Como compositor, já concebeu trabalhos para inúmeras formações tais como, o Ensemble ReRe, CoÔ (Cordes de l’Onceim), Bondi-Denzler-D’Incise, Šalter Ensemble, CCP3, Félicie Bazelaire, Ensemble Hodos, Onceim and Horns, assim como para a Umlaut Big Band, uma ‘big band’ de jazz.
Participou ainda em mais de 70 lançamentos discográficos de diversas editoras de renome.
Na área da escrita sobre improvisação e música experimental publicou textos em colaboração com personagem tão destacadas quanto Jean-Luc Guionnet, Burkhard Beins e Phil Durrant; dando ainda ‘workshops’ formativos.
http://www.bertranddenzler.com/

ERNESTO RODRIGUES
Ernesto Rodrigues, violetista Lisboeta, não precisa de aprestações tratando-se de um músico fulcral na área improvisação, dinamizador de inúmeros ciclos de música improvisada aquém e além-fronteiras e ainda criador da editora Creative Sources.
O seu principal interesse está relacionado com a música contemporânea (improvisada e/ou escrita), assim como a música gráfica e indeterminada.
A relação com os seus instrumentos é basicamente direccionada para aspectos de ordem "sónica" e textural. Na sua prática contam colaborações musicais em trabalhos dos artistas plásticos Carlos Mota e Rogério Silva, assim como música para Dança, em trabalhos de Isabel Valverde, Ana Galan, Anna Pasztor, Valérie Métivier, Andresa Soares, Manuela Cipriano e Ana Moura.
Na música para Cinema destaca a sua colaboração com os realizadores Rui Simões e Edgar Feldman. No campo da Poesia distingue experiências com Lawrence Ferlinghetti e Manuel Cintra.
É membro fundador dos grupos como Metropolis, Fromage Digital, Lautari Consort, IKB Ensemble, Suspensão, Isotope Ensemble e String Theory…
Activo como improvisador, destacam-se colaborações com Carlos Zíngaro, Manuel Mota, Gabriel Paiuk, Jean-Luc Guionnet, Taku Unami, Christine Sehnaoui Abdelnour, Michael Vorfeld, Wade Matthews, Ingar Zach, Michael Thieke, Keith Rowe, Axel Dörner, Tetuzi Akiyama, Pascal Battus, Alessandro Bosetti, Heddy Boubaker, Angharad Davies, Rhodri Davies, Jacques Demierre, Ernesto Diaz-Infante, Andrew Drury, Alexander Frangenheim, Tim Hodgkinson, Mazen Kerbaj, Hans Koch, Peter Kowald, Ulrich Krieger, Hannah Marshall, Oren Marshall, Seijiro Murayama, Reuben Radding, Gino Robbair, David Stackenäs, Birgit Ulher, Biliana Voutchkova, Nusch Werchowska, Mathieu Werchowski, Radu Malfatti, Christian Wolfarth, Tom Djll, John Eckhardt, Carl Ludwig Hübsch, Raymond Strid, Martin Küchen…
Em 1999 funda a editora Creative Sources Recordings, principalmente vocacionada para a música experimental e electroacústica.
Em 2000 funda a Variable Geometry Orchestra, a qual presentemente.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ernesto_Rodrigues

ABDUL MOIMÊME

O guitarrista lisboeta Abdul Moimême, arquitecto de formação, tem participado activamente como improvisador livre na cena nacional, tendo em diversos países da Europa e no Brasil.
Participou em cerca de 45 edições discográficas, nas quais se contam 3 trabalho a solo.
Isotope Ensemble e String Theory
Colaborou em formações como o Dissection Room, IKB, Insub Meta Orchestra, Isotope Ensemble, Queixas, String Theory, Suspensão, e a Variable Geometry Orchestra, tocado ainda com músicos como: Albert Cirera, Andrew Drury, An Tez, Axel Dörner, Carlos Santos, Carlos Zingaro, Christian Weber, Cyril Bondi, D’Incise, Ernesto Rodrigues, Floros Floridis, Fred Lonberg-Holm, George Haslam, Guilherme Águas Rodrigues, Heddy Boubaker, Ilia Belorukov, Jon Raskin, Kurt Liedwart, Lisle Ellis, Miguel A. Garcia, Marco von Orelli, Marco Scarassatti, Nusch Werchowska, Patrick Brennan, Ricardo Guerreiro, Thanos  Chrysakis, Thomas Rohrer, Wade Matthews, Wilfrido Terrazas...
Compôs peças para radio e cinema, nomeadamente participando em “Disaster 501: What Happened to Man?”, um conceito do cineasta Lars von Trier, assim como na banda sonora do filme Pele, de Fernando Vendrell. A sua peça para rádio ‘Memento’ foi emitida mundialmente, em 2016.
Entre 1999 e 2013 escreveu sobre jazz nas revistas Flirt, All Jazz, Jazz.pt, o jornal Público e a Jazz Journalists Association.
https://nekhephthu.wixsite.com/abdul-moimeme



Mais info: http://www.festival-dme.org/2019/05/moimeme-denzler-rodrigues.html
Evento: https://www.facebook.com/events/442703843172413/


Pedro Bittencourt | Concerto e Masterclass
23 e 24 de Junho
ESART-IPCB


O saxofonista Pedro Bittencourt estará em Castelo Branco entre os dias 23 e 24 de Junho. O saxofonista e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro visitará a Escola Superior de Artes Aplicadas, onde dará um breve concerto no dia 23 de Junho e onde leccionará, no dia 24, uma Masterclass de Saxofone.

Masterclass
A masterclass decorrerá no dia 24 de Junho na Escola Superior de Música de Artes Aplicadas [ESART-IPCB] em Castelo Branco.

Alunos ESART - 50€
Alunos externos - 65€

Todas as inscrições devem ser feitas através do link
https://forms.gle/iRo3ksMtRPJSaNeH9


Biografia
Pedro Bittencourt (Rio de Janeiro, 1975) é saxofonista, professor e pesquisador dedicado à música de concerto e contemporânea. Se apresentou em diversos festivais no Brasil, México, Chile, Cuba, Canadá, França, Alemanha, Suíça, Portugal, Espanha, Grécia, Eslovênia e China. Professor adjunto de saxofone do Departamento de Sopros da UFRJ. Professor/pesquisador colaborador do Mestrado Acadêmico (PPGM) e do Mestrado Profissional (PROMUS). Líder do Grupo de Pesquisa Performance Hoje. Coordenador da Linha de Práticas Interpretativas e seus Processos Reflexivos do PPGM da Escola de Música da UFRJ. Diretor do Conjunto de Sax da UFRJ. Doutor em Estéticas, Ciências e Tecnologias das Artes/Música pelo CICM (Centro de Informática e Criação Musical) na Universidade de Paris 8, França. Sua pesquisa sobre músicas mistas para saxofones teve a orientação do compositor Horacio Vaggione e contou com uma bolsa de estudos da Fundação para a Ciência e a Tecnologia de Portugal. Mestrado (DEA Arts et Societés Actuelles/Musique) na Universidade de Bordeaux III, França, sobre o Orestes de Iannis Xenakis. Fundador, diretor e saxofonista do ABSTRAI ensemble (música de câmara contemporânea). Se apresenta regularmente como solista e músico das principais orquestras do estado do Rio de Janeiro, como a OSN-UFF (Orquestra Sinfônica Nacional da UFF), OSB (Orquestra Sinfônica Brasileira), da Orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, da OSUFRJ e da Orquestra de Sopros da UFRJ. Foi diversas vezes artista residente no ZKM, Instituto de Música e Acústica em Karlsruhe, Alemanha, onde criou o projeto multimídia Ondas Segundo Poetas e gravou o CD ENLARGE YOUR SAX pelo selo alemão Wergo. Estudos de saxofone e música de câmara contemporânea no Conservatoire National de Région de Bordeaux, França, na classe de Marie-Bernadette Charrier (Diplôme d’Etudes Musicales e Perfectionnement). Segundo Grau no Colégio de São Bento, Rio de Janeiro. Iniciou os estudos de saxofone com Mecenas Magno aos 10 anos de idade. Pedro Bittencourt toca saxofones Selmer (sopranino, soprano, alto, tenor, barítono e baixo) com boquilhas e palhetas Vandoren.




Peixe Frito | Apresentação do Álbum
29 de Junho
Lisboa Incomum | 17H00


A convite do festival DME, PEIXE FRITO apresenta "jazz from here”.

Paulo Chagas – flauta, saxofone
Luís Guerreiro – trompete, electrónica
Paulo Duarte - guitarra
Alvaro Rosso - contrabaixo
Pedro Santo - bateria

A música do grupo revela uma inquietude e renovação permanentes, fruto duma pesquisa algo obsessiva pelos contextos sonoros mais improváveis.
No cruzamento de estéticas que o caracteriza, o som do Peixe Frito assenta numa sóbria confluência de linguagens, resultante da forte diversidade de percursos e tendências dos seus membros.

"jazz from here" titulo do primeiro disco da banda editado pela "lastpork records"

Mais info: http://www.festival-dme.org/2019/05/peixe-frito-jazz-from-here.html
Evento: https://www.facebook.com/events/823859651334746/

Acontece brevemente

Masterclass de Composição
Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian
11 de Junho 2019


Integrado na Semana Cultural, a Escola Artística do Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian realizará uma Masterclass de Composição orientada pelo professor e compositor Jaime Reis, com apoio técnico do Festival DME / Lisboa Incomum. Esta atividade terá lugar no dia 11 de junho, nas instalações desta escola.

A Masterclass é direcionada a alunos do ensino complementar que frequentem a disciplina de Análise e Técnicas de Composição, bem como a alunos do ensino superior que frequentem o curso de Composição.

Alunos CMACG – 15€
Alunos externos – 30€
Ouvintes – frequência gratuita

A inscrição deve ser realizada através do email diasdemusicaelectroacustica@gmail.com

Mais info: http://www.festival-dme.org/2019/05/masterclass-de-composicao-jaime-reis.html
Evento: https://www.facebook.com/events/627792850965263/


Internacionalização
Obras de Jaime Reis, José Carlos Sousa e Pedro Rebelo
Universidade de Corfu, Grécia
28 de Junho


No âmbito do projecto Erasmus+ “A paisagem sonora em que vivemos”, o Festival DME irá realizar um concerto de música acusmática com obras de compositores portugueses, encomendadas especialmente para este projecto.

Programa:

Pedro Rebelo (1972-) - Music by Strings (2019)
José Carlos Sousa (1972-) - Souks (2018)
Jaime Reis (1983-) - Fluxus, pas trop haut dans le ciel (2017)





O festival DME é uma estrutura financiada por: 













MAIO, 2019

120 anos de música Electroacústica, para pessoas dos 0 aos 120 anos!

Maio, 2019


Maio começa com a vinda da violetista Aida-Carmen Soanea a Portugal. A convite do festival DME, esta violetista tão especial (que, para além dos prémios que já somou, tocou também com o internacionalmente renomado Ensemble Modern), integra a nossa programação.

Poderemos escutar a violetista em recital nas 3 cidades - Castelo Branco, Lisboa e Pinhal Novo -  que dão corpo à digressão que fará. Evidenciamos também a masterclass de violeta que decorrerá entre os dias 8 e 9 de Maio na ESART, em Castelo Branco.

Simultaneamente, outro evento especial acontece dia 11 de maio na Escola Superior de Música de Lisboa. O clarinetista Carlos Silva apresentará o novo álbum do Ensemble DME - ON CLARINET, com música de João Pedro Oliveira, no qual é solista.

Rumando a norte, temos em Seia, mais uma residência artística do festival DME. Os músicos Ana Albino (Guitarra) e Philippe Trovão (Saxofone) visitam a Escola Profissional da Serra da Estrela entre os dias 12 e 18 de Maio. Com eles trazem o Projecto ROOM #315.

Numa lógica de comemoração e celebração contínua da música electroacústica, que tão bem define o festival DME, damos continuação ao projecto 120 anos de Música Electroacústica (para pessoas dos 0 aos 120 anos).

Para públicos dos 0 aos 120 anos, o festival DME apresenta uma série de iniciativas catalisadoras do interesse de novos públicos para a música electroacústica, com actividades em Seia, Nelas, Idanha-a-Nova, Castelo Branco e Lisboa, e com a participação de músicos como o ensemble FEME e o ROOM #315.

Agenda


Aida-Carmen Soanea 
Castelo Branco/Lisboa/Pinhal Novo
8 -11 de Maio,19h30 

Ciclo de Concertos e Masterclass

A violetista Aida-Carmen Soanea estará em Portugal, a convite do Festival DME, para a realização de uma masterclass na Escola Superior de Artes Aplicadas (Castelo Branco). Para além da referida actividade, de carácter pedagógico, Aida-Carmen Soanea realizará ainda dois recitais, na Escola Superior de Música de Lisboa e no Museu da Música Mecânica (Pinhal Novo), onde serão interpretadas obras de compositores contemporâneos portugueses e alemães: Christopher Bochmann, Jaime Reis, João Madureira, João Pedro Oliveira e Moritz Eggert.

O Festival DME é financiado pela DGArtes / Ministério da Cultura e esta digressão conta com o apoio do Goethe-Institut Portugal.

PROGRAMA DE ATIVIDADES
  • 9 de Maio de 2019 | 19h30 | Recital na Escola Superior de Artes Aplicadas (Castelo Branco) | entrada livre
  • 10 de Maio de 2019 | 21h30 | Recital na Escola Superior de Música de Lisboa (integrado na Semana da Composição) | entrada livre
  • 11 de Maio de 2019 | 17h00 | Recital no Museu da Música Mecânica (Pinhal Novo) |
    Condições de acesso: Entrada gratuita, sujeita a marcação prévia e disponibilidade de lugares do auditório (Info./Reservas: 212 381 083 | 960 080 044 museudamusicamecanica@gmail.com)

BIOGRAFIA
Aida-Carmen Soanea, uma violetista eclética e carismática, nasceu na Roménia numa família de cantores de ópera. Em 2005, ganhou o 1o Prémio do Concurso Valentino Bucchi em Roma e em 2000 o 2o Prémio no Concurso Bashmet Viola em Moscovo. Formou-se com distinção no Hanns Eisler Hochschule (Berlim) na classe de Kim Kashkashian e no Conservatoire Supérieur de Paris com Gérard Caussé.
A relação de Aida-Carmen Soanea com a música contemporânea é, para ela, essencial; trabalha activamente na Alemanha, participando regularmente em concertos com o Ensemble Modern de Frankfurt, o que constitui uma parte importante da sua carreira. Colabora também regularmente com os agrupamentos da Casa da Música, no Porto, onde é convidada como solista. Dedica-se a trabalhar em conjunto com diferentes compositores contemporâneos, tendo várias peças que lhe são dedicadas.

ON CLARINET | Carlos Silva & Ensemble DME | Apresentação do Álbum e Concerto
[ESML] Aud. Vianna da Motta
11 de Maio, 17h00


Integrado na Semana da Composição, o clarinetista do Ensemble DME Carlos Silva visita a Escola Superior de Música de Lisboa [ESML-IPL] no dia 11 de Maio para apresentar o novo album do Ensemble DME no qual é solista. Um trabalho inteiramente dedicado à música para clarinete do compositor português João Pedro Oliveira.

O concerto conta com música de João Pedro Oliveira e Carlos Caires, e decorrerá no Grande Auditório Vianna da Motta da ESML, pelas 17h00.

Residência Artística | ROOM #315
Ana Albino e Phillipe Trovão
Escola Profissional da Serra da Estrela
12-18 Maio 2019
 

Os músicos Ana Albino (Guitarra) e Philippe Trovão (Saxofone) visitam Seia entre os dias 12 e 18 de Maio, onde estarão em residência artística. Com eles trazem o Projecto ROOM #315.

ROOM #315 é um espaço musical de comunicação num tempo vago que se inspira no universo cinematográfico “Lynchiano”. Neste espaço coabitam vários mundos sonoros que, ao fundir-se, encontram no som e no silêncio novos significados a cada momento. Os conceitos de caos e ordem, realidade e imaginação, absurdo e coerente, lucidez e demência são constantemente colocados em confronto num diálogo musical que pretende procurar uma verdade que se renova a cada momento e que tem como fonte de inspiração a própria ausência de sentido que atribuímos à realidade. Uma guitarra eléctrica com efeitos e um saxofone têm diálogos e monólogos a partir de ambiências ora retiradas do mundo real [soundscaping] ora de um mundo imaginado [electrónica], orientados por imagens surrealistas previamente definidas e exploradas musicalmente. Todo o cenário confere um ambiente obscuro e enigmático, sendo apoiado por trechos de vídeo e imagens. Composição, improvisação e controlo de electrónica são os meios através dos quais se abre a porta do ROOM #315.


Ana Albino
Nascida no Algarve, iniciou os seus estudos musicais aos 15 anos de idade. Ao longo da sua formação teve contacto com diversos estilos musicais como o jazz, música erudita, bossa nova e world music. Licenciou-se em guitarra clássica pela Escola Superior de Música de Lisboa na classe do professor António Gonçalves e fez um ano de Erasmus em Espanha na classe da professora Margarita Escarpa. Foi premiada no concurso Internacional de guitarra da Golegã e apresentou-se como solista em vários recitais bem como no Festival Internacional de guitarra de Lagoa. Actualmente complementa a sua formação com o estudo de jazz na Escola do Hot Club de Portugal, onde desenvolve ferramentas para a improvisação e composição. É fundadora do duo Forma Perdida e do projecto ROOM#315, lecciona na Academia de Música de Telheiras, colabora com projectos de teatro e mantém a sua vida musical muito activa através dos seus projectos e de colaborações temporárias com diversos músicos.

Philippe Trovão
Nascido em Saint-Tropez, França, iniciou os seus estudos musicais aos 9 anos de idade. Ao longo do seu percurso musical teve oportunidade de trabalhar e explorar vários estilos musicais. Licenciado em saxofone pela Escola Superior de Música de Lisboa na classe do Professor José Massarrão, conta com vários prémios ganhos em concursos de saxofone nacionais e internacionais, colaborações com diversos projectos de vários estilos musicais e apresentações como solista em Portugal, Espanha e Itália. É fundador do duo Forma Perdida e do projecto ROOM#315. Actualmente desenvolve, também, uma investigação sobre preservação do repertório para saxofone e dispositivo electroacústico e mantém a sua actividade pedagógica em Lisboa, Santarém e Fátima.



120 anos de música electroacústica, para pessoas dos 0 aos 120 anos
Lisboa Incomum
19 Maio| 17h00
 

Classe de Tecnologias do Som da EMNSC;
Laboratório de Música Mista da ESML;
Classe de Violino da EMNSC


Numa lógica de comemoração e celebração continua da música electroacústica, que tão bem define o festival DME, damos continuação ao projecto 120 anos de Música Electroacústica (para pessoas dos 0 aos 120 anos).

Para públicos dos 0 aos 120 anos, o festival DME apresenta uma série de iniciativas catalisadoras do interesse de novos públicos para a música electroacústica.

Este é um projecto em colaboração com Escola Superior de Música de Lisboa Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical e a Arte no Tempo



Acontece brevemente


Cursos de Verão
[Ohain,Bélgica / Viena, Austria] 


O compositor, professor e director artístico do festival DME, Jaime Reis, marcará presença este verão em 2 cursos de aperfeiçoamento musical e composição de música electroacústica que decorrerão no final do mês de Agosto e inicio do mês de Setembro na cidade de Ohain perto de Bruxelas e na cidade de Viena.

No corpo docente destes cursos de verão marcarão também presença compositores como: Annette Vande GorneJoão Pedro OliveiraHans TutschkuAlla ZahaikevychThomas Gorbach, entre outros.


INSCRIÇÕES ATÉ AO DIA 2 DE JUNHO DE 2019

Académie d'été de composition électroacoustique | 22.08 - 01.09 | Ohain, Bélgica
Masterclasses on electroacoustic and acousmatic composition | 24-28.09 | Vienna, Austria

Mais info: http://ui.org.ua/mc-eng https://www.facebook.com/events/393004711435146/




O festival DME é uma estrutura financiada por: 








ABRIL, 2019

Abril, electroacústicas mil?

Abril, 2019



Em abril levamos ao Lisboa Incomum a criação e o showcase da mais recente música electroacústica.

Dia 12 de abril recebemos música dos compositores Jorge Salgueiro, Lino Guerreiro, Daniel Schvetz, André Santos e Jacob ter Veldhuis, que se fará ouvir pelo duo FUSION OUT [João Pedro Silva e Pedro Santos] e pelo acordeonista Fernando Brites.

Logo de seguida, dia 13 de abril recebemos a aclamada flautista Barbara Held, que se juntará ao nosso residente Åke Parmerud para tocar e falar sobre música experimental e o uso de vídeo e electrónica na criação contemporânea.

Também no dia 13 o Lisboa Incomum recebe o concerto final da International Masterclass de Composição com o compositor residente Åke Parmerud.

A masterclass decorrerá entre os dias 8 e 13 de abril e conta com a presença de 10 participantes de países como a Holanda, Portugal, França, China ou Estados Unidos da América.

A apresentação final dos participantes terá horário a anunciar no site do festival DME e página de facebook!

Agenda


FUSION OUT & Fernando Brites
Lisboa Incomum
12 de Março,19h30 


Compositores Daniel Schvetz, Jorge Salgueiro, Lino Guerreiro, Jacob ter Veldhuis, André Santos.

O duo FUSION OUT  e o acordeonista Fernando Brites apresentam-se no espaço Lisboa Incomum dia 12 de Abril pelas 19h30. 

FUSION OUT [João Pedro Silva e Pedro Santos]

Há 18 anos a partilhar o palco em diversos projetos, Pedro Santos (acordeão) e João Pedro Silva (saxofone), juntam-se agora para se apresentar em duo. Modernidade, contemporaneidade e diversidade assumem a génese deste projecto, que se move pela difusão de nova música Portuguesa, aqui desempenhada pela peculiar combinação tímbrica do saxofone, acordeão e electrónica, ilustrado pelo vídeo, produzido para cada obra apresentada.

FERNANDO BRITES

Fernando Jorge Fragoso Brites, natural de Montargil, ingressou em 2000 na Escola de Artes do Norte Alentejano, na classe de acordeão de Duarte Graça. Foi admitido na classe de Paulo Jorge Ferreira em 2013. Participou em masterclasses de acordeão orientadas por professores como Vladimir Blagojevic e Vincent Lhermet. Foi laureado em várias edições do Folefest entre 2014 e 2017. Actualmente frequenta o Mestrado em Ensino da Música na Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco, sob a orientação de Paulo Jorge Ferreira. 

Åke Parmerud & Barbara Held
Lisboa Incomum
13 de Abril, 19h30 


O espaço Lisboa Incomum apresenta dia 13 de abril a flaustista Barbara Held e o residente Åke Parmerud. Juntos apresentarão música experimental improvisada com recurso a video e electrónica.

Neste dia, serão também apresentadas criações dos participantes da masterclass: André Simões; Chonglian Yu; Cláudio Pina; Francisco Guilherme; Plantier Rosa; Jean-Philippe Drécourt; Junzuo Li; Marta Domingues; Pedro Finisterra; Sara Marita Basto Veloso Gomes; Tiago Quintas

Barbara Held: A Respiração e Suas Transformações

Barbara Held, há muito conhecida na música experimental e nos círculos sonoros de Nova York e Espanha, especificamente Barcelona nas últimas duas décadas. É uma instrumentista que responde às subtilezas de espaços e lugares. O seu trabalho é focado na flauta e oferece outros caminhos para liberar o som como um meio físico baseado no tempo, conhecedor de outras formas.

Uma das características convencionais da flauta é a “pureza” de seu timbre. A flauta, poderíamos dizer, "purifica" a respiração humana: ao passar pelo instrumento, a respiração humana é "moldada" pelo tubo para se tornar um tom puro - mais puro do que, por exemplo, a voz humana. Em grande parte do trabalho de performance e instalação de Held, a flauta inicia um circuito. Estruturas digitais modulam suas frequências harmónicas, tornando a “pureza” do instrumento impura.

Durante a sessão / demonstração informal, ela discutirá suas interpretações de obras icónicas de Alvin Lucier, Seth Cluett, David Behrman, Carlos Santos, Joan Brossa, Eugenia Balcells e projetos recentes em colaboração com Åke Parmerud, Daniel Neumann e Benton C. Bainbridge.


Åke Parmerud consolidou uma carreira profissional bem sucedida na área da música contemporânea e ‘media art’ desde o final da década de 70.
Embora originalmente tenha estudado fotografia (1972-74), de seguida foi estudar música na universidade e posteriormente no Conservatório de Música de Gotemburgo.
Para além da sua música electroacústica e instrumental, a sua prolífica lista de obras inclui composições que abrangem a música experimental moderna nas áreas da dança, cinema, arte interactiva, multimédia, teatro e vídeo.
O trabalho de Åke tem sido aclamado desde que a sua peça "Proximities" recebeu o primeiro prémio no Festival Internacional de Música Electroacústica de Bourges, em 1978, em França. Desde então, recebeu 17 prémios internacionais e 3 relevantes prémios suecos.
Em duas ocasiões, recebeu igualmente o "Grammy" sueco para ‘Melhor Álbum Clássico do Ano’ e a sua música representou a Rádio Sueca duas vezes no Prix Italia.
Recebe regularmente encomendas de importantes instituições internacionais e as suas obras foram apresentadas em todo o mundo. Em 1997, a sua peça "Grains of Voices" foi apresentada na U.N, em Nova York, no dia das Nações Unidas.
A sua música foi lançada em vários álbuns e compilações e, em 1998, tornou-se membro da ‘Royal Academy of Music’ da Suécia.

Residência Artística | Åke Parmerud
MAR-ABR 2019


O compositor sueco Åke Parmerud encontra-se em Portugal entre Março e Abril de 2019 para mais uma residência artística que contará com várias conferências sobre a sua música, concertos e uma masterclass que decorrerá em meados do mês de abril.

Este mês, o compositor levará a cabo uma Masterclass sobre música electroacústica no Lisboa Incomum que conta com a presença de 10 participantes de paises como a Holanda, Portugal, França, China ou Estados Unidos da América.

No dia 13 será ainda realizada uma apresentação final do trabalho desenvolvido. [Horário e detalhes em actualização]

Åke Parmerud consolidou uma carreira profissional bem sucedida na área da música contemporânea e ‘media art’ desde o final da década de 70.
Embora originalmente tenha estudado fotografia (1972-74), de seguida foi estudar música na universidade e posteriormente no Conservatório de Música de Gotemburgo.
Para além da sua música electroacústica e instrumental, a sua prolífica lista de obras inclui composições que abrangem a música experimental moderna nas áreas da dança, cinema, arte interactiva, multimédia, teatro e vídeo.
O trabalho de Åke tem sido aclamado desde que a sua peça "Proximities" recebeu o primeiro prémio no Festival Internacional de Música Electroacústica de Bourges, em 1978, em França. Desde então, recebeu 17 prémios internacionais e 3 relevantes prémios suecos.
Em duas ocasiões, recebeu igualmente o "Grammy" sueco para ‘Melhor Álbum Clássico do Ano’ e a sua música representou a Rádio Sueca duas vezes no Prix Italia.
Recebe regularmente encomendas de importantes instituições internacionais e as suas obras foram apresentadas em todo o mundo. Em 1997, a sua peça "Grains of Voices" foi apresentada na U.N, em Nova York, no dia das Nações Unidas.
A sua música foi lançada em vários álbuns e compilações e, em 1998, tornou-se membro da ‘Royal Academy of Music’ da Suécia.


Acontece este mês


Comitiva Portuguesa no Monaco Electroacustique 2019
18-20 de Abril | Mónaco


A 5ª edição do Monaco Electroacoustique, festival bienal de música contemporânea, junta compositores consagrados internacionalmente e estudantes provenientes de instituições de ensino superior de países como Argentina, Bélgica, Brasil, França, Itália, México, Portugal, Suécia e Suíça.

Requerendo uma maestria conjuntamente artística e tecnológica, a música electroacústica constitui um dos campos mais fecundos e fascinantes da criação contemporânea.
Embora ainda pouco conhecida do grande público nacional, a escola portuguesa de música electroacústica é considerada das mais dinâmicas e inovadoras do mundo, como atestam os convites de variadíssimos festivais internacionais. Portugal desempenha, assim, um papel de vanguarda num domínio altamente emblemático da arte contemporânea.

Portugal será representado por dois compositores de reputação internacional — Jaime Reis e João Pedro Oliveira.
Adicionalmente, sete jovens compositores e instrumentistas da Escola Superior de Música de Lisboa e da Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco, orientados por Jaime Reis, irão apresentar novas obras em estreia, escritas para a presente ocasião.
Nesta foto tirada aquando de uma residência artística em parceria com o Laboratório de Música Mista José Luís Ferreira no Lisboa Incomum, temos os alunos de composição da ESML-IPL, Hugo Xavier Almeida, Marta Domingues, Sara Marita e Mariana Vieira, o professor Jaime Reis, e as alunas da ESART-IPCB, Maria Inês Pires (saxofone), Beatriz Costa (violino) e Inês Santos  (electrónica; ausente na foto).
Monaco Electroacoustique, organizado pela Académie Rainier III, com direção artística de Mario Mary, que passou recentemente pelo Festival DME, decorre entre os dias 18 e 20 de abril de 2019, em Monte Carlo.




O festival DME é uma estrutura financiada por: 








MARÇO, 2019


NADAR, o pseudónimo da interdisciplinaridade performativa 

Março, 2019



O mês arranca com um concerto muito especial em Seia. O Ensemble NADAR, que visita o pais para 2 concertos, promete um pouco de tudo: electrónica, vídeo, luzes e música nova pelo compositor português Luis Antunes Pena. Este programa multidisciplinar acontecerá na Casa Municipal da Cultura dia 4 de março pelas 21h30. Durante o período de carnaval, a sala receberá ainda mais 2 concertos produzidos em estreita parceria com o festival DME. (consultar Acolhimentos).

Por Lisboa, o nosso residente Gleb Kanasevich vai preparando outras actividades e concertos que decorrerão entre os dias 9 e 13 do mês de março. O compositor e clarinetista dará um concerto, dia 9, no Lisboa Incomum antes de visitar a Escola de Música Nossa Sra. do Cabo e a Escola Superior de Artes Aplicadas para conferências e mini-concertos sobre a sua música.

A meio do mês, dia 15, o Duo ContraCello volta ao Lisboa Incomum para mais um concerto “Ver os sons, ouvir imagens”. Um evento multimédia, de carácter performativo, em que os sons do violoncelo e do contrabaixo do Duo Contracello (Miguel Rocha – violoncelo e Adriano Aguiar – contrabaixo) interagem com as imagens criadas pelos vídeo-artistas Maria Irene Aparício, Inês Silva, Gabriel Marmelo e João Pedro Oliveira, que são projetadas durante a execução musical.

De volta, está também o sueco Åke Parmerud. A ligação do aclamado compositor ao festival DME tem-se vindo a consolidar nos últimos anos, materializando-se em várias residências artísticas que possibilitaram a difusão do trabalho na área da media art e sound art. Desta vez, o compositor visitará Portugal entre Março e Abril para orientar uma série de conferências em escolas superiores e uma masterclass de composição com foco especial na música electroacústica.

A programação deste mês termina com a estreia de uma parceria muito especial entre o festival DME e o Seia Jazz & Blues 2019.

Quem segue a nossa programação regular poderá certamente relembrar-se das 3 edições já passadas do SOURCES/DME. Ocasião especial que traz sempre ao palco DME alguns dos mais notaveis improvisadores de portugal. Desta vez, levamos esses músicos fantásticos ao Seia Jazz & Blues 2019. A junção de duas realidades distantes mas que fazem todo sentido.

Agenda


Ensemble NADAR
Casa Municipal da Cultura de Seia
04 de Março, 21h30 


Musica dos compositores
Natacha Diels
Pierre Jodlowski
Michael Beil
Luis Antunes Pena 
(Estreia, encomenda Festival DME e Arte no Tempo ) 

O Festival DME acolhe dia 4 de março um concerto do Ensemble NADAR, oriundo da Bélgica, onde será estreada uma obra do compositor português, radicado na Alemanha, Luís Antunes Pena, co-encomendada pelo Festival DME e pela Arte no Tempo. Com recurso a electrónica, vídeo e luzes, este concerto contará ainda com obras dos reputados compositores Natacha Diels, Pierre Jodlowski e Michael Beil.

Mais info: http://www.festival-dme.org/2019/01/nadar-ensemble.html 
Evento: https://www.facebook.com/events/244878366434561/  

Residência Artística | Gleb Kanasevich
FEV-MAR 2019


Lisboa Incomum - 09/03 | 17h00
EMNSC - 11/03 | 19h00
ESART - 13/03 | 19h00
Gleb Kanasevich é um clarinetista, compositor e músico experimental. Trabalha atual - e principalmente com feedback, ruído, instrumentos modificados e electrónica processada em tempo real.

Foi artista de destaque no Dark Music Days (Islândia), Spoleto Festival EUA (Charleston, SC), New Music Gathering (headliner com Lunar Ensemble em janeiro de 2016), Equilibrium Concert Series (Boston, MA), Sonic Circuits Festival (Washington , DC), Universidade de Oxford, Conservatório Peabody, Montclair State University, festival soundSCAPE (Itália), Dias de Música Electroacústica (Portugal), Interference Series (Flagstaff, AZ) e muitos outros festivais, ciclos de concertos e universidades.

É, desde 2013, membro do Ensemble Cantata Profana - um grupo com sede em Nova York. Em agosto de 2018, assumiu as funções de Diretor Artístico Associado do grupo após se mudar para a cidade de Nova York.

Estará entre Fevereiro e Março em residência artística pelo festival DME. Durante este período de tempo visitará varias escolas para Conferências e Concertos sobre a sua música.

Residência Artística | Åke Parmerud
MAR-ABR 2019


O compositor sueco Åke Parmerud voltará a Portugal entre Março e Abril de 2019 para mais uma residência artística que contará com várias conferências sobre a sua música, concertos e uma masterclass que decorrerá em meados do mês de abril.

Este mês, o compositor visitará a FBAUL, o ISCTE, e o ISEL, onde falará sobre música, sound art, Max/Msp entre outros assuntos.

Åke Parmerud consolidou uma carreira profissional bem sucedida na área da música contemporânea e ‘media art’ desde o final da década de 70.
Embora originalmente tenha estudado fotografia (1972-74), de seguida foi estudar música na universidade e posteriormente no Conservatório de Música de Gotemburgo.
Para além da sua música electroacústica e instrumental, a sua prolífica lista de obras inclui composições que abrangem a música experimental moderna nas áreas da dança, cinema, arte interactiva, multimédia, teatro e vídeo.
O trabalho de Åke tem sido aclamado desde que a sua peça "Proximities" recebeu o primeiro prémio no Festival Internacional de Música Electroacústica de Bourges, em 1978, em França. Desde então, recebeu 17 prémios internacionais e 3 relevantes prémios suecos.
Em duas ocasiões, recebeu igualmente o "Grammy" sueco para ‘Melhor Álbum Clássico do Ano’ e a sua música representou a Rádio Sueca duas vezes no Prix Italia.
Recebe regularmente encomendas de importantes instituições internacionais e as suas obras foram apresentadas em todo o mundo. Em 1997, a sua peça "Grains of Voices" foi apresentada na U.N, em Nova York, no dia das Nações Unidas.
A sua música foi lançada em vários álbuns e compilações e, em 1998, tornou-se membro da ‘Royal Academy of Music’ da Suécia.


SEIA JAZZ & BLUES/FESTIVAL DME
18 a 24 de Março 2019


21/03  - Big Band EPSE + Rodrigo Pinheiro | 22h00
23/03 - Ernesto Rodrigues, Fred Lonberg-Holm e Rodrigo Pinheiro | 15h00


A programação deste mês termina com a estreia de uma parceria muito especial entre o festival DME e o Seia Jazz & Blues 2019.

Quem segue a nossa programação regular poderá certamente relembrar-se das 3 edições já passadas do SOURCES/DME. Ocasião especial que traz sempre ao palco DME alguns dos mais notaveis improvisadores de portugal. Desta vez, levamos esses músicos fantásticos ao Seia Jazz & Blues 2019. A junção de duas realidades distantes mas que fazem todo sentido.

Acolhimentos


Tudo Nunca Sempre o Mesmo Diferente Nada (TNSoMDN) - Tiago Cutileiro
 

23 de Fevereiro de 2019 :: 21h30 | Teatro Municipal da Guarda
27 de Fevereiro de 2019 :: 21h30 | Cine-Teatro Avenida, Castelo Branco
01 de Março de 2019 :: 21h00 | Teatro do Campo Alegre, Porto
10 de Março de 2019 :: 18h00 | Teatro Aveirense [RMC]
16 de Junho de 2019 :: 18h00 | Teatro Garcia de Resende, Évora
Tudo Nunca Sempre o Mesmo Diferente Nada (TNSoMDN) é um projecto operático dentro do que se poderá chamar música ‘não-narrativa’. Não deixando de ser uma ópera, no seu sentido mais clássico, o projecto envolve uma concepção simultânea de música, libretto, projecção vídeo, e encenação que, apesar da música ‘não-narrativa’, de uma partitura ‘não-determinista’, e de uma encenação não discursiva, promove uma percepção quase linear do texto como elemento centralizador. Este libretto usa diversos micro-fragmentos de diferentes escritores/autores, arranjados por forma a criar um discurso coerente entre três personagens. O conceito de história é pois questionado mas nunca abandonado e a noção de ópera como drama embora abalada é intencionalmente mantida. O carácter fragmentário conferido pela teia de textos de diferentes origens é reforçado, nesta produção, pela encenação tripartida distribuída por três encenadores — Leonor Keil, André e. Teodósio e Sónia Baptista. 

Quarteto Lopes-Graça
Casa Municipal da Cultura de Seia
02 de Março | 16h00 


O Quarteto Lopes-Graça, um projecto da Musicamera, apresentará um programa centrado na música para quarteto de cordas do compositor Eurico Carrapatoso.

“Imaginei, para este evento, um programa em torno do quarteto de cordas, uma vez que, sendo um orgânico histórico incontornável, singular na pureza e coesão do seu timbre, está pouco divulgado em Portugal, principalmente ao nível da interpretação de obras portuguesas para tal conjunto instrumental.” Eurico Carrapatoso.


S U P R A H U M A N
Casa Municipal da Cultura de Seia
07 de Março | 18h00


"SUPRAHUMAN é um projecto interdisciplinar que une um compositor, instrumentistas e artistas multimédia num espectáculo imersivo, que pretende conduzir o público à reflexão sobre a nossa própria situação enquanto seres humanos num mundo a ser controlado pela Máquina.
SUPRAHUMAN é um momento de imaginação, de conjectura e reflexão colectiva, o momento para reflectirmos no que está para vir muito em breve. Ou então, é só um ensaio audiovisual para se assistir sentado, esperando calmamente a chegada da máquina perfeita." - Manuel Brásio
Um projecto da Interferência - Associação de Intervenção na Prática Artística, através de financiamento da Direção Geral das Artes - Dgartes / Min. Da Cultura.

DUO CONTRACELLO
Lisboa Incomum
15 de Março | 19h30


Música dos Compositores
Clotilde Rosa
Ângela Lopes
Isabel Soveral
Jaime Reis
António Chagas Rosa
João Pedro Oliveira
“Ver os sons, ouvir imagens” é um evento multimédia, de carácter performativo, em que os sons do violoncelo e do contrabaixo do Duo Contracello (Miguel Rocha – violoncelo e Adriano Aguiar – contrabaixo) interagem com as imagens criadas pelos vídeo-artistas Maria Irene Aparício, Inês Silva, Gabriel Marmelo e João Pedro Oliveira, que são projetadas durante a execução musical.

A estreia das obras destes compositores, bem como o contributo fílmico dos vários vídeo-artistas, está na linha de uma prática performativa que constitui uma das mais evidentes tendências da arte contemporânea, que se pretende agora também fixar em suporte DVD.

Uma parte deste projeto foi estreado em Madrid, dia 22 de Novembro de 2015, no âmbito do XVII Festival de Música Contemporánea de Madrid, Coma’15, nos Festivais DME (Seia, Santa Cruz e Lisboa), no IndiCtivE–Uno (Madrid) e no BASS2016 PRAGUE.

Destaque, também, para uma clara possibilidade de exposição pedagógica dos sons e das imagens, através da componente percetiva do espetáculo, em que ver e ouvir, são intencionalmente expostos e amplificados, proporcionando novas e intensas experiências aos seus espectadores.

Este projeto é promovido pela Musicamera Produções, através de financiamento da Direção Geral das Artes - Dgartes / Min. Da Cultura e da Fundação GDA.



O festival DME é uma estrutura financiada por: 








FEVEREIRO, 2019


Porquê sistemas
imersivos

Fevereiro, 2019


Este mês, vamos visitar as cidades de Lisboa, Castelo Branco e Porto para concertos com os gigantes da música eletroacústica Mario Mary e Robert Normandeau, acompanhados de Jaime Reis e do pianista Vasyl Tsanko. Montámos um sistema em forma de cúpula para uma imersão sonora total.

Outras actividades e concertos decorrerão durante este mês. No Lisboa Incomum, toca o Quarteto de Cordas do violoncelista Guilherme Rodrigues, decorrerá uma sessão de escuta no dia mundial da rádio promovida pelo IN THE DARK e em parceria com o ISCTE-IUL/CRIA, e estreia-se o Ensemble Tesseract. O espaço receberá ainda os compositores Egid Joechl e Gleb Kanasevich no âmbito das residências artísticas do festival.

 


Agenda

Pequenas peças para quarteto de cordas
8 de Fev, 19h30


19h30
Ernesto Rodrigues viola
Miguel Mira violoncelo
Guilherme Rodrigues violoncelo
Hernâni Faustino contrabaixo


20h30
Egid Joechl compositor residente DME

1ª parte - Quarteto de cordas organizado pelo violoncelista português Guilherme Rodrigues residente em Berlim. Com influências vindas da música clássica, passando pelo free jazz até à música contemporânea, o quarteto propõe-se a interpretar pequenas peças abstractas e harmonicamente ricas compostas e estruturadas pelos mesmo exclusivamente para esta noite.

2ª parte - concerto com obras electroacústicas de Egid Joechl, compositor residente do Festival DME

Mais info: http://www.festival-dme.org/2019/01/rodrigues-mira-rodrigues-faustino.html 
Evento: https://www.facebook.com/events/331888020993540/ 

In the Dark
13 de Fev, 20h00


Convidado Filipe Reis
No dia mundial da rádio vamos escutar excertos de peças realizadas pelo antropólogo Filipe Reis (ISCTE-IUL/CRIA-UL) que, nos últimos anos, vem desenvolvendo trabalho e pesquisa sobre rádio e sobre antropologia do som. A escuta será o mote para uma conversa e partilha de experiências sobre o que significa, hoje, fazer e ouvir rádio.

In The Dark é uma associação sediada em Londres, dedicada a divulgar e a financiar documentários e trabalhos de ficção áudio de cariz criativo. Desde 2010 que organizam centenas de sessões de escuta na Europa, Estados Unidos e Austrália, em cinemas, festivais, teatros, museus, conferências, como por exemplo, Sheffield Doc/Fest, Open City Documentary Festival, Barbican Centre, Glastonbury, The British Library, The Wellcome Collection, Third Coast International Audio Festival, International Features Conference, HearSay International Audio Festival, Duke University, Cambridge University e muitos outros locais menos improváveis (barcos, cemitérios, capelas, etc).
O In The Dark chega agora a Lisboa, com sessões regulares, uma vez por mês.

Uma parceria entre In The Dark, ISCTE-IUL/CRIA e Lisboa Incomum

Mais info: http://www.festival-dme.org/2019/01/in-dark-lisboa.html
Evento: https://www.facebook.com/events/396793651128454/

Tesseract Ensemble
17 de Fev, 17h00


O Tesseract Ensemble - grupo residente no Espaço Lisboa Incomum - nasce do simples e genuíno desejo de fazer música do nosso tempo. Formado por intérpretes com larga experiência nas mais diversas expressões artístico-musicais, o Tesseract propõe como desafio principal fomentar e divulgar a música contemporânea portuguesa por meio de concertos regulares, edições fonográficas e encomendas de obras. Certos de que as linguagens musicais e suas respectivas interpretações se desenvolvem num processo dinâmico entre passado e presente, o Ensemble não poderia ficar alheio às grandes obras de câmara do século XX, ainda tão raramente ouvidas nas nossas salas de concerto. Da mesma forma, o grupo nasce vocacionado ao trabalho de colaboração com artistas nacionais e internacionais que estarão em residência artística no Lisboa Incomum, ampliando, assim, as várias dimensões do seu repertório. Para o concerto inaugural, MONIKA STREITOVÁ (flauta), MARCO FERNANDES (percussão), PEDRO RODRIGUES (guitarra), MIGUEL ROCHA (violoncelo) e ANA CLÁUDIA ASSIS (piano), seleccionaram 5 obras que vão desde o misticismo do compositor norte-americano Paul Chiara, passando pela aleatoriedade característica de Jorge Peixinho e a plasticidade sonora de João Pedro Oliveira, até a impetuosidade gestual de Jaime Reis. Naturalmente, não poderia faltar uma estreia mundial e esta ficará a cargo dos Micro-Fragmentos do compositor brasileiro Roberto Victorio, dedicada ao Tesseract Ensemble.

O concerto será seguido de uma tertulia/reflexão crítica entre o público e os artistas convidados

Programa

Roberto Victorio (BR) Micro-fragmentos II (2018)*
Flauta, piano, guitarra, violoncelo

Paul Chihara (USA) Ceremony II (“Incantations”) (1973)
Flauta, piano, violoncelo, percussão

Jaime Reis (PT) Sândalo. Prata. (2018)
Flauta e guitarra

Jorge Peixinho (PT) Sine Nomine (1987/1988)
Formação variável

João Pedro Oliveira (PT) Tensão-Deformação (2019)
Versão para flauta, piano, guitarra, violoncelo, percussão
Pedro Pinto Figueiredo (maestro)

*estreia absoluta

Mary & Normandeau
19 a 22 de fev


Entre os dias 19 e 22 de Fevereiro de 2019, o Festival DME dedica uma edição à música dos compositores Mario Mary (Argentina - França - Mónaco) e Robert Normandeau (Canadá), acompanhados pelo português Jaime Reis.

Com uma vasta produção na área da música electroacústica, os compositores referidos passarão pelas três escolas superiores de música em Portugal [ESML-IPL (Lisboa), ESART-IPCB (Castelo Branco) e ESMAE-IPP (Porto)], onde irão partilhar os seus conhecimentos, realizando ainda uma conferência e um concerto em cada uma destas cidades.
Para cada concerto, será preparado um sistema de som imersivo, em forma de cúpula. Trata-se de um sistema que permite simular movimentos do som num espaço tridimensional gerando formas ou percursos espaciais para criar movimentos como rotações elípticas, espirais, explosões espectrais, paredes de som e outros. Normandeau e Reis, apresentarão obras compostas para sistemas em forma de cúpula, enquanto Mary presenteará o público com os seus dotes de espacializadorsonoro, difundindo em tempo real as suas obras stereo e multicanal nos sistemas imersivos que preparados para o efeito.

Esta digressão contará ainda com a participação do solista convidado do ensemble DME, o pianista Vasyl Tsanko.











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JANEIRO, 2019


La Esfera: Colectivo &  SOURCES - DME 

Janeiro, 2019

SOURCES - DME 3ª ED.

18.01 a 20.01 - Lisboa Incomum


De 18 a 20 de Janeiro o espaço Lisboa Incomum abre portas para a 3ª ed. do festival SOURCES-DME.
A curadoria é do violinista e violetista Ernesto Rodrigues da editora Creative Sources, que volta a juntar um grupo de notáveis improvisadores para 3 noites de música no nª 20 da Rua General Leman.
A colaboração regular entre o festival DME e a editora Creativa Sources comemora este mês o seu primeiro ano de existência.
O programa conta ainda com a participação do La Esfera: Colectivo, artistas residentes do festival DME no mês de Janeiro.
Todos os concertos são de entrada gratuita e ocorrerão pelas 19h30 no espaço Lisboa Incomum


Programa
18.01 _ 19h30
Miguel Mira + Hernâni Faustino
Pablo Vasquez + Hernan Sama
Ernesto Rodrigues + Nuno Torres + Rodrigo Pinheiro + José Oliveira

19.01 _ 19h30
Paulo Chagas + Nuno Rebelo
Bruno Parrinha + Ulrich Mitzlaff + Manuel Guimarães
Duo Panacea Juan Calvi + Luis Erades
La Esfera: Colectivo

20.01 _ 19h30
Maria do Mar + João Godinho
Carlos Santos + Carla Santana
Lisbon String Trio & Ernesto + Miguel Mira + Alvaro Rosso + Rodrigo Pinheiro + Pedro Sousa + Gabriel Ferrandini

La Esfera: Colectivo 

07.01 a 19.01 - Residência Artística no Lisboa Incomum

João Carlos Pinto [Portugal]
Victor Taboada [México]
Jorge Alba [México]


Sobre o projecto
LA ESFERA: COLECTIVO é um projecto com alinhamento rotativo que serve como uma plataforma itinerante de colaboração artística gerida pelos artistas Victor Taboada (México) e João Carlos Pinto (Portugal).

O coletivo visa convidar artistas de diferentes campos criativos, com o propósito de criar interação e criação colaborativa, além de proporcionar um espaço para experimentação pessoal e de oferecer exposição para o trabalho desenvolvido.

O projeto nasceu em 2014 e teve lugar em diferentes estados do México, Áustria e Alemanha, tendo no seu portfólio obras criadas coletivamente, intervenções em espaços públicos, colaborações com companhias de dança e ensembles instrumentais, concertos de música eletroacústica e sessões de improvisação.
O organismo mantém uma inclinação para novas propostas que procurem uma expansão da percepção humana e da própria arte, utilizando, muitas vezes, a tecnologia como ferramenta. Boa parte da experimentação é feita com a construção e ampliação de instrumentos, multimédia, programação e composição algorítmica / em tempo real.

LA ESFERA: COLECTIVO reuniu performances de artistas como Jorge Alba, Edmar Soria, Emmanuel Ontiveros, João Carlos Pinto, Alberto Granados, a companhia de dança contemporânea Danza Joven de Sinaloa, dançarinos como Berenice 3 Arias, Edylin Zatarain, Francisco Ponce e ensembles instrumentais como o Airborne Extended e o Schlagquartet Köln.

Actividades 

17/01/2018 | Escola Superior de Música de Lisboa
11h: Conferência
21h: Concerto

19/01/2018 | Lisboa Incomum
19h30: Concerto











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