Workshop: A beleza de uma estranha coexistência: diálogo musical entre instrumentos tradicionais e electrónicos


25 e 26 Setembro | Lisboa Incomum


[PT] Para vários improvisadores que tocam instrumentos musicais tradicionais, a linguagem e o comportamento musical dos intérpretes electrónicos constituem um mundo no qual eles parecem não ter lugar. Semelhantemente, improvisadores electrónicos e electroacústicos muitas vezes têm dificuldade em encontrar um terreno comum com suas contrapartes acústicas, não apenas em termos de discurso, mas também porque os instrumentistas acústicos são capazes de fazer mudanças e introduzir nuances a uma velocidade que é muito difícil de gerir no domínio electrónico. No entanto, ambos têm muito o que aprender e partilhar uns com os outros. 

Este workshop será co-dirigido por uma violinista e um músico electroacústico digital que trabalham juntos há vários anos. Juntos, em duas sessões de três horas cada, os dois músicos irão conduzir os participantes através de uma série de exercícios destinados a desenvolver uma compreensão mais profunda de improvisação acústica e eletrónica como uma forma de criar uma música compartilhada que será estimulante e desafiadora para todos. O workshop irá finalizar-se com uma apresentação no dia 26 onde todos os participantes serão convidados a fazer parte.  

Wade Matthew
Veterano músico de improvisação livre, compositor e escritor, Wade Matthews tem actividade em cinco continentes durante os últimos 30 anos como improvisador livre tanto num ambiente electrónico como acústico. A sua dissertação de doutoramento, realizada na Colombia University em Nova Iorque, inclui uma obra para improvisadores acústicos guiados por sons electrónicos preparada no Columbia-Princeton Electronic Music Center. 

Luz Prado
Tendo estudado na sua terra natal, Málaga, a violinista Luz Prado é membro activo da comunidade de música experimental de Madrid. Luz Prado trabalha em diversos contextos abrangendo a música instrumental improvisada pura, processamento de som digital, violino acústico e amplificado para colaborações com dança e outros géneros artísticos, assim como trabalhos mais conceptuais no campo das artes visuais. 



Incrições: Mais informação em breve



[EN]

For many improvisers who play traditional musical instruments, the language and musical behavior of electronic performers constitutes a world in which they seem to have no place. Similarly, electronic and electroacoustic improvisers often have difficulty finding common ground with their acoustic counterparts, not only in terms of discourse, but also because acoustic instrumentalists are able to make changes and to introduce nuances at a speed that is very difficult to manage in the electronic realm. Nonetheless, they have much to learn from each other, and much to share.

This workshop will be co-taught by a violinist and a digital electroacoustic musician who have been working together for several years. Together, in two 3-hour sessions, they will lead the participants through a series of exercises intended to develop a more fecund understanding of acoustic and electronic improvising as a step towards generating a shared music that will prove both stimulating and challenging for all. The workshop will conclude with a concert in which all of the participants are invited to participate.

Wade Matthews

Veteran free improviser, composer and writer Wade Matthews has been active on five continents for the last 30 years as a free improviser in both electronic and acoustic environments. His doctoral dissertation at Colombia University in New York included a work for acoustic improvisers guided by electronic sounds prepared at the Columbia-Princeton Electronic Music Center.

Luz Prado
Trained in her native Malaga, violinist Luz Prado is an active member of Madrid’s experimental- music community. She works in a variety of contexts ranging from purely instrumental improvised music, digital sound processing, acoustic and amplified violin to collaborations with dance and other art forms, as well as more conceptual work bordering on the visual arts. The result is musical discourse both eclectic and highly personal.


Applications: More information soon



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